quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Dog Cooper
Dog Cooper é um serviço, que prioriza muito o estado que se encontra o cão, não só em uma bela aparência esteticamente falando, mas o que o torna mais saudável e menos ansioso psicologicamente. Principalmente, em relação aos cães de comportamentos “hipper ativos”, “arredios”, “temperamentais”, e especialmente os que precisam perder peso ou prevenir-se contra a “obesidade”. Acreditando é claro, na importante participação dos proprietários com seus cães livremente, seja em brincadeira, como também, nos espotânios e descoprometidos passeios.
Nós desejando apenas, estabelecer uma rotina de atividade para os cães, sem comprometer a rotina de seus donos, que, muitas vezes, privam-se de suas funções e compromissos importantes, como trabalho, terem que viajar e até em uma inesperada indisposição para levar o cãozinho à rua. Suprindo assim os cães e seus donos, numa tranquila e prazerosa relação , priorizando mais e mais o estado saudável, tanto dos "hipper ativos," como os "sedentários atletas."
Pois, já percebi, há muito tempo, que os cães que praticam atividades são mais tranqüilos, e não só mais saudáveis. Visando suprir, em partes, todas as necessidades destes fantásticos camaradas caninos, dando-lhes um “treinador”, um “conselheiro” e alguém que se apresentará, não somente como um professor, mas como um feliz aprendiz. Não de uma nova experiência que é ser “Personal Dog”, mas sim, por atender separadamente esses cães excepcionais, que precisam todos os dias não somente de um “adestrador” para adequá-los melhor em seus lares. Apenas, para compreendê-los perante suas visíveis “carências”, que acontece exatamente quando os confinamos em nossos lares, mesmo que na maioria das vezes esses recintos sejam amplos.
Então, descrevo o “Dog Cooper”, não somente de uma forma didática para os aficionados por cães “felizes” e “saudáveis”, mas também, como lidar de forma preventiva com estes amigos de diferentes tipos, carências e comportamentos. Lembrando que o “homem” é quase sempre, recomendado por outro, de que precisa fazer “exercícios físicos”. Já os animais quando livres, já o fazem sem que o digam, mesmo que se trate de um exercício natural, como, por exemplo, caçar o próprio alimento.
Itens principais de informaçõse sigilosas ao cliente:
-A história do Dog Coope.
-O que visa o Dog Cooper.
-O que me levou a atender esses cães com essas evidentes características hipper ativos, etc...
-Como serão feitos os exercícios com os variados cães, seus estados e comportamentos?
-Este serviço é livre para todos os cães, raças e comportamentos?
-Quem de fato irá executar este o serviço “Dog Cooper”, um adestrador ou um passeador?
-As recomendações aos simpáticos e delicados cãezinhos:
-Passeios educativos.
Serviços disponíveis Dog Cooper:
Corridas de longos percursos.
Passeios moderados de longos percursos.
Passeios de socialização em grupo e individual.
Passeios simples.
Passeios educativos.
Passeios emergenciais para clientes/ não clientes.
Direitos reservados; Valdir Alves
sábado, 4 de setembro de 2010
Dedicatórias aos velhos camaradas...
Bem vindos à diversidade, de raças, tipos e comportamentos. Porém, de um amor único desses proprietários aos seus cães, que se dispõe em cuidar, compreender e ser um verdadeiro “aficionado” por cães. Afinal, o que são Dedicatórias “Velhos camaradas” por absoluto?
É a forma mais prática de se falar de algo fantástico, que acontecera não só a mim {adestrador}, mas também a estes cães e seus donos. Recordando os inesquecíveis cães, que em tão pouco tempo nos deixou, como também a esses que nos esperam hoje ansiosamente ao chegarmos a nossa casa, convidando-nos sempre para uma divertida brincadeira. E que fique como absoluto, o nosso sentimento de amor, carinho, respeito e o imenso prazer em tê-los conhecidos.
Descrevendo assim, não apenas a forma prática de se ter um cão, como compreendê-lo e condicioná-lo, mas toda uma filosofia de um trabalho, cujas razões são infinitamente satisfatórias, que é fazer parte de uma minoria de profissionais que trabalha, fazendo o que mais gosta {adestrar}, lidando com estes fantásticos “cães” e seus apaixonados “proprietários”. Aonde a prioridade maior deste quadro, seja sem dúvida nenhuma, falar de histórias “alegres”, ”tristes, “engraçadas”, ‘complexas”, e originalmente metódicas na forma deu descrevê-las como profissional e pessoa.
Trazendo à tona a verdadeira razão de merecermos verdadeiros amigos, que agem muitas vezes de forma instintivas. Tendo como desejo único, relatar as histórias sobre esses fantásticos cães e seus “esforçados” e “esperançosos” proprietários. Expondo os sentimentos e os bons momentos dessa perfeita parceria, apenas como coisas que muito nos são necessário, que são elas: “viver”, “aprender” e contar boas “histórias”.
Histórias essas destes cães, sem visar suas raças ou suas aptidões para com tal serviço que lhe tenham sido exigido, e que os mesmos tenham cumprido de forma exemplar ou não. Nem em particular, quem sejam seus magníficos proprietários. Mas, por um conjunto de coisas que tenha observado, através de um longo tempo de acompanhamento, como também nas esporádicas visitas a esses cães alunos e seus proprietários.
Acreditando assim, ser esta uma forma de matar a saudade desses fantásticos cães, e de poder agradecer aos seus proprietários, que depositou em mim toda confiança, carinho, respeito, mesmo que para alguns desses cães, eu não tenha executado de forma “intensiva”, numa maior freqüência as específicas aulas de manutenção. Porém, tendo sempre uma presença de amor, carinho e com um desejo enorme de poder tê-los visitados mais, como assim o faço hoje.
E, como todas as histórias “boas”, “engraçadas” e “tristes”, todas elas estarão sendo descritas dentro de uma originalidade conjunta, através dos proprietários e seus cães. Com peculiaridades, particularmente suas, e perceptivamente vista por quem muito desejou e deseja ajudá-los. E quem as descreve é ninguém, mas, que o “amigo” de seus “melhores amigos”. E que nos sirva de lição uma única coisa: “Quando vivemos intensamente a vida, os momentos sempre serão eternos, mesmo que curta seja a trajetória de um ser”, seja para o homem ou para o cão.
Boa leitura!
Grato, Valdir Alves.
Nina-Magu-Che
Os velozes e seu aprendiz de “adestrador”:
Esses foram os primeiros cães que treinei. Mesmo, eles sendo cães de exposição com títulos importantíssimos, não lhes faltaram aptidões para cumprir com outros serviços que os exigisse, pois eles eram bons mesmos. Falo isso com toda a convicção, já que eu tinha uma especial participação na vida deles como “handler”.
Foi uma época, em que eu começava a brincar de adestrar, pois o desejo de ser adestrador vinha sempre depois das obrigações com a limpeza dos canis, do banho dos cães e num auxílio para apresentá-los nas exposições.
Daí, então, comecei a treiná-los para uma “obediência básica”, mesmo que me custasse perder alguns pontos durante a exposição, pois não é permitido, que o cão venha a sentar durante a apresentação. Mas, nem diante de um treinamento de “obediência básica”, esses cães se confundiam no que tinham de fazer. Já que estas ordens de comandos, “sentado” e “fica”, muitas vezes, confundem alguns cães na hora de ficarem parados {stay}, para que os juizes examinassem suas aptidões.
Não há dúvida, esses cães foram magníficos em tudo. Não somente por me permitir desencantar uma vocação para ser adestrador, mas, por me permitir começar com cães tão especiais. Tão especiais que, desde então, nunca mais conheci cães das raças Whippet e basset, tão obedientes e equilibrados.
No entanto, homenageá-los, é o mínimo que posso fazer, por alguém que tanto nos deu alegrias. Principalmente, quando se trata dos primeiro e grandes alunos e seu apaixonado “proprietário” que me proporcionou esta imensa satisfação de ser “handler” e “adestrador”.
Quanto ao grande amigo e proprietário, Marquinhos, os meus agradecimentos e muito sucesso nesta carreira de juiz. Já que sempre o considerei um dos melhores criadores destas raças e um super cinófilo, agora desejo boa sorte como juiz também.
Espero que você não tenha ficado chateado, por eu ter levado tanto tempo sem me comunicar com você. Você foi uma pessoa muito importante na minha vida, não só pelo “vínculo” empregatício, mas pelas oportunidades que você me deu, para que eu pudesse iniciar como aprendiz de “handler”, e, posteriormente como adestrador.
Como este quadro se chama “velhos camaradas”, nada melhor que terminarmos dizendo: Muito obrigado “velho camarada”, Marquinhos.
Grato, Valdir Alves.
Mike
O guardião e fiel companheiro:
Assim foi você, apesar de ter iniciado o treinamento aos dois anos de idade, não foi tão difícil treiná-lo. Já que de início, o que faltava era alguém para desmistificar aquela velha lenda de que o Rottweiler é um cão “perigoso”, apenas um bom guardião.
Caberia a mim, simplesmente, defini-lo num caráter, que até então já se encontrava pré-formado, procurando torná-lo mais obediente com os que necessitariam manuseá-lo confiantemente (funcionários da casa e seguranças).
Não tenho dúvida, foram os melhores momentos da minha vida. Deparar-me com um Rottweiler, numa idade de um jovem adulto, mas totalmente receptível com quem quer que fosse. Desde que o convidasse para um belo passeio no condomínio ou para fazer um carinho na barriga, como os seus proprietários faziam sempre.
Não foi apenas um Rottweiler em uma excelente guarda territorial. Foi um companheiro excepcional e participante dos momentos tristes e felizes das nossas vidas. Que compreendeu a todos que faziam parte do seu território, e que jamais foi desleal às pessoas que com ele convivia no dia-a-dia. Valeu Mike!
Grato, Valdir Alves.
Fofo

O equilibrado e gentil:
É o que eu posso chamar de perfeito equilíbrio, entre um cão de guarda e um caçador nato. Não somente por ele ser filho de uma excelente dogue alemã chamada “Beth Sabah” e de um fantástico weimaraner chamado “Ming”, mas por seu caráter não só “gentil” e “obediente”, mas por muitas outras qualidades.
Foram tantas as qualidades, que foi difícil defini-lo. Não só por sua obediência nos gentis cumprimentos das tarefas de trabalho que lhe eram exigidas, mas por seu enorme equilíbrio emocional perante as briguinhas particulares de seus companheiros caninos “Mike” e “Ming”.
Nas constantes briguinhas entre seus amigos de grupo, ficava ele, simplesmente olhando de longe até que acabasse toda confusão. Depois ele ia até os brigões para ver se alguém estava machucado, como quem quer dar uma palavra amiga para conter os enfurecidos brigões “Ming” e “Mike”.
De tão especial que ele era, num momento inesperado de sua vida, viemos a socorrê-lo por causa de um inchaço na sua pata, que o impossibilitava de se locomover. E, diante das fortes dores que sentia, fomos obrigados a apalpá-lo em todo o corpo para sabermos melhor, se não tinha algo quebrado para que pudéssemos socorrê-lo de forma, até que o veterinário o atendesse. E, mesmo sentindo muitas dores, foi incapaz de rosnar para nós. Então, logo depois, ficamos sabendo que se tratava de um câncer ócio.
Por isso, diante de tantas coisas bacanas que esse cara nos ensinou, não devemos ficar tristes por sua curta trajetória aqui conosco. Pois nesse curto tempo, que conviveu conosco, nos mostrou que, às vezes, o que fazemos em tão pouco tempo, é muito importante, se vivemos com amor, carinho e intensamente dentro da essência do ser. Viveremos com certeza, o suficiente para compreender o sentido da vida. E que através dessa belíssima história, nós possamos agradecê-lo, por ter nos emocionados tanto. Principalmente, no seu majestoso gesto de se dirigir a nós, nos dando a “patinha”, como se estivesse nos saudando: Bom dia, boa noite!
Grato, Valdir Alves.
Bob
Bem dita hereditariedade:
Este grandalhão é o filho do nosso querido “Fofo”, a quem eu homenageio também neste quadro “velhos camaradas”. Por isso, não vão ser diferentes os agradecimentos a este cão, que de pequeno só tinha o seu interesse de predominar sobre os outros cães da casa, pois não queria mesmo mandar no pedaço.
Ele era um verdadeiro Dogue Alemão, com um forte instinto de caça, herdado certamente do seu avô “Ming”, um enorme e bonito Weimaraner.
E devido a ele ser tão parecido com o seu pai “Fofo”, o seu adestrador o descreve apenas como o mais “obediente”, “gentil” e “equilibrado” cachorro que conheci. Já que nas briguinhas internas de seus amigos de territórios (Ming e Mike), ele assistia tudo à distância com o seu “pai” “Fofo”. E quer saber mais no que ele se parecia com o seu pai “Fofo”? Quando se trata de saudades. Grato, Valdir Alves Distintos “comportamentos”, porém amados inigualavelmente por todos!
Grato; Valdir Alves.
Argos-Ullisses
Liderança e atitude:
É um Rottweiler enorme, de um temperamento equilibradíssimo, com uma obediência excepcional às pessoas da casa e muito atento ao que acontece em volta da residência.
É mais um Rottweiler, que não precisou ser treinado para uma guarda territorial, já que isto ele já o faz muito bem, instintivamente. Através de seu tamanho imponente e seu comportamento investigativo, dizendo aos estranhos: “Vocês não são bem-vindos”. Mostrando-se sempre gentil e obediente, tanto às pessoas da casa, como aos que o agradam dando amor e carinho. Principalmente, quando se trata das pessoas que cuidaram dele na veterinária (enfermeiros e veterinários), devido a um grande ferimento na coxa que levou meses sua recuperação. "
Ullisses": É um Rottweiler muito engraçado. E o que ele mais tenta é predominar sobre o seu pai, que é nada mais nada menos que o gentil e enorme “Argos”, a quem eu também me refiro neste quadro “velhos e novos” camaradas.
Não conseguindo ele se sobrepor ao seu pai, apesar das inúmeras tentativas frustradas pela hierarquia territorial, tivemos que separá-los. Não acabou por aí. Não tendo ele com quem brigar, veio a não querer obedecer aos comandos de obediência a quem lhe dava as ordens de comandos, comportando-se com freqüentes rosnados para intimidar todos nós.
Pois bem, não se assustem. É apenas mais um típico cachorro, que não é autoconfiante o suficiente dentro do seu território, querendo a qualquer custo predominar sobre alguém, mesmo que seja o seu pai.
A verdade é que todo cão, independente de ser ou não um Rottweiler, é um indivíduo com características próprias, não somente diante de um fator característico de sua raça, mas de um caráter próprio de sua natureza, e nem sempre de um fator conseqüente de seu ambiente e criação. E que, apesar, dele ser um cão adulto, simplesmente não amadureceu o suficiente como o seu pai em um comportamento exemplar. Mas, como diz um grande amigo meu “Jessé Lopes”, que considero como um dos melhores profissionais no mundo da cinofilia, tanto handler, como no ramo de adestramento, para ser um adestrador tem que ter a “persistência” de um “burro”, tentar, tentar e tentar.
E é isso aí que eu tento todos os dias, melhorar os “Ullisses” da vida. E juntos, aprendermos a ser adultos, mas sem perdermos a essência do moleque que somos. E como somos não é mesmo “Ullisses”?
Grato, Valdir Alves
Cão doce cão.
Tuque:
Defini-lo é muito fácil, principalmente, diante das boas lembranças e da enorme saudade que sentimos até hoje.
Era um cachorro da raça Boxer, que por aptidão deveria ser companheiro, fiel aos seus donos e com um instinto não muito aguçado para um serviço de proteção, porém, com um instinto natural de proteger as crianças que façam parte de sua vida.
Mas este não servil, nem para pegar gatos, muito menos para proteger criancinhas, de tão dócil que ele era. Não era apenas um cão Boxer, era um verdadeiro “boxer” (pugilista), não de punhos fechados, mas de braços abertos para todos. De um equilíbrio emocional, que, sem dúvida, lhe valeria para que pudesse nocautear os problemas que lhe viriam mais tarde.
Mesmo sendo ele de proprietários super ocupados, não lhe foi negado o direito dos belos e agradáveis passeios matinais com os seus ocupadíssimos proprietários, porém não ausentes. Tanto que nas constantes viagens ou nos finais de semanas que todos se ausentavam, estava ele sempre tranqüilo e sereno com o funcionário que era encarregado de cuidar da casa, especialmente com uma atençãozinha a mais a este incrível cachorro.
E o mais interessante nele, era o carinho que ele tinha por todos. Do então jovenzinho “Antônio Paulo”, como também aos pequeninos, “Pedro”, “Rafael” e aos funcionários, sem nenhuma distinção. Não que não haja cachorros que, diferencie ao extremo, quem é o seu proprietário e quem seja apenas um companheiro de grupo. Portanto, que este funcionário não esquecesse de uma única coisa, aquele belo passeio no condomínio na parte da manhã, não numa forma de substituir a sua dona, apenas para suprir um pouco a ausência dela, nesses passeios que eram de rotina, tanto para ela, como para o próprio “Tuque”.
Foi um cachorro fantástico, jamais será substituído. Não por aptidões fantásticas como “Dog Show”, um super “guardião”, mas pelo seu olhar de gratidão, por ter feito parte dessa família. E, por ter cumprido, a difícil missão nesta vida, em não ter sido a “caça”, nem a “presa”, mas de ter nos emocionar com certeza.
Grato, Valdir Alves.
Pura receptividade.
Lup:
Este é um labrador, que eu o acompanho desde os dois meses de idade. Ao qual tive o imenso prazer de ter participado no processo de sua escolha no canil, juntamente com os até então interessados em ter um Labrador, seus proprietários Por isso, hoje é um dia muito especial para mim, pois você “Lup”, fez no dia 07-05-2010, nove anos de idade. Parece pouco tempo, mas diante das alegrias que você nos tem proporcionado, parece uma amizade de séculos.
Então “Lup”, conviver com esses que o adotaram não seria tão difícil, pois tanto você quanto os seus amigos “caninos”, ao serem adotados, são recebidos com aquela antiga frase: “O cachorro é o melhor amigo do homem”.
Até aí, tudo bem. Mas, quando se trata de um cachorro substituir um espaço, não um espaço físico, mas um vazio. Vazio este que diante de tantas qualidades, que lhe foram dados méritos e mais méritos antes e depois de sua partida. Estou falando do inesquecível “Tuque”, ao qual lembramos com imensa saudade até hoje, que por sinal também participa deste quadro “velhos camaradas”.
Eu não tinha dúvida, que para você, “Lup”, obter este mérito que o “Tuque” obteve ao ser adotado, você precisaria de uma única coisa, “tempo”. E, foi isso, exatamente, que seus proprietários o deram, para que você se tornasse tão especial quanto ele. No entanto, esta dedicatória que é feita a você “Lup”, é um reflexo também desses que o adotaram e lhe deram muito amor, carinho, e as muitas recomendações aos funcionários responsáveis pela casa, numa mãozinha a você velha camarada.
E para terminar esta “dedicatória”, quero agradecer aos seus proprietários pelos inúmeros gestos de gentileza, dentre os gestos, as belas canções ao som de um belo piano, orquestrado pelos próprios anfitriões da casa num final de tarde que estive em sua residência no especial “recital” do ano passado.
Grato, Valdir Alves.
Nina-Akin-Mel
Bonitos e leais:
Esses são os famosos “leão” da Rhodesian, uma raça na qual eu tenho um enorme prazer em trabalhar. Não só por suas aptidões para o trabalho, já que o forte mesmo dessa raça, é como caçador de animais de grande porte no seu país de origem, dentre as funções de caça, causar refugo aos leões, próximo às áreas mais populosas.
E o que mais me impressionou nesta raça, foi a característica marcante em seu amor incondicional pelos seus donos e aos que os tratem bem, mas, deixando bem claro que, em primeiro lugar estarão sempre os seus donos.
É muito interessante também, o seu comportamento, totalmente reservado com terceiros. Não que não queiram ter novos amigos, mas por deixarem que o tempo se encarregue de torná-los verdadeiros amigos ou não. Por isso, que através deles, compreendo o que quer dizer ser “reservado”.
Creio que ser “reservado”, seja mais uma forma de analisar à distância os “recém-chegados” para um confiante convívio no futuro, e não por ser anti-social. Isso eu posso afirmar com certeza, pois tanto eu, como todo recém-chegado, não passa de um estranho no ninho. Mas, em pouco tempo, cada um ganha a confiança que merece.
Acho que o tempo que convivi com eles, os conquistei de verdade. Já que a intensidade maior em descrevê-los, não foi apenas pelo vínculo empregatício do passado, mas pelo carinho e pela imensa saudade que tenho deles. Apenas lamentando um pouquinho, o fato de não ter me despedido deles, pois, afinal de contas, se despedir de grandes camaradas é sempre prazeroso, principalmente tratando-se de interrupções, intervalos, e em encerramento de aulas de manutenção aos alunos caninos.
O que é mais curioso em relação a treinar alguns cães, não é só a felicidade deles em executar as necessárias tarefas de forma harmoniosa, nem no lisonjeio que sinto em ensinar fantásticos cães a não desistir nunca, mas porque, muitos proprietários desses cães, antes mesmo de requisitarem um professor para os seus cães, querem lhes dar um novo amigo! Como por exemplo, os respectivos proprietários desses cães, a quem me refiro nesta dedicatória.
Por entanto, nada mais justo que homenageá-los de uma forma simples, sincera e carinhosa. Mesmo que pequenos probleminhas tenham acontecido, diante de cães predominantes perante outros cães.
Mas, modestas são as razões, particularmente nossas (proprietários-adestrador), em “cuidarmos”, “amarmos” e estimarmos inigualavelmente esses amigos “caninos”. Então, nada melhor que presenteá-los {proprietários}, dando-lhes a nota da pré-formação de “caráter e suas implicações” de seus magníficos cães “leão da Rhodesian”.
Porque afinal de contas, a senhora {proprietária} foi a pessoa que diante de suas perguntas sobre o comportamento dos cães, me fez despertar às devidas respostas sobre os acidentes de percursos e quais as resoluções para um melhor manuseio na fase circunstancial do treinamento de seus cães. Que acabou despertando em mim, a criação da “nota de Avaliação da formação do caráter comportamental dos cães e suas implicações”. Aonde descrevo exatamente, o desenvolvimento de aprendizado do cão, como também o lado trabalhoso, engraçado e prazeroso que é treinar um cão, descrevendo também, as peculiaridades naturais dos cães e todo o envolvimento de seus donos.
Leiam à baixo, a nota que dei de seus cães, um pouco antes da minha quase despedida, no ano de 2006. E que já os descrevi, voçês proprietários, como uns super pais de cães também, e sem dúvida, vocês como excelentes pessoas, mesmo sem os conhecer o bastante.
. E quando falo, "quase despedida", é porque não poderia ser casual mesmo, escrever tão do fundo do meu corãoção, a história; "Era uma vez uma casa muito bonita!". Que por sua vez, o que a torna muito bonita, eram os sentimentos que havia nela, e exclusivamente, o sentimento de justiça, e não apenas sua beleza em formato.
Nota de avaliação do ‘’caráter’’ da pré-formação do Akin-Nina e suas implicações:
Os respectivos cães "alunos, são vistos e escritos nas seguintes questôes:
1- As aptidôes de suas raças, e o que tenham eles aprendido, no começo, meio, e no final do curso de "obediência "básica. Como vai o seu desenvolvimento no específico e desejado aprendizado que lhes tenham sidos exigidos, e que os mesmos estejam cumprindo de forma: Exemplar, ou adverso às regras comportamentais impostas por seus donos, como aos demais que façam parte de seu grupo.
2- Suas predominâncias territoriais e suas razôes óbvias de proteger, e de sentir siúmes [né Mel?}, como também, o seu amor incondicional que os competem muitas das vezes, em protegerem seus donos, com unhas e dentes.
3- As nossas compreensivas razôes, diante das leis da ntureza do animal, seja ela; Conveniente, inconveniente, submissa, ou dominante. E por final, que não venhamos perder a "emoção" de ter um cão, diante de razôes intimamente nossas, que muitas das vezes, inconcientemente, não só impedem certos cães de conviver familiarmente no ambiente que fora adotados, mas também, com toda uma sociedade.
Aqui está a nota dos cães:
A formação de caráter desses cães é vista de várias formas, formas estas que classifico como ‘’regras comportamentais de uma educação canina’’ e do ambiente que eles vivem. Mais tendo e dando todo o entendimento de quem o julgará em primeiro lugar serão vocês proprietários, já que os cães não apresentam uma conduta negativa territorialmente com os senhores.
Depois do parecer dado por vocês sobre seus cães, finalmente posso dar o meu como o treinador. Parecer este em que os julgos, dentro não só de razões técnicas do que os cães tenham aprendido no curso de ‘’obediência básica’’. Mas também, nas compreensivas razões das leis da natureza do animal, suas aptidões, suas predominâncias territoriais e suas razões óbvias de protegerem estes fantásticos que os adotaram, e que os programaram nas melhores das intenções quando cruzaram a Mel.
Por isso, tratando-se de razões técnicas posso dizer-lhes que é positivo o julgamento que eu dou ao Akin e a Nina. Pois é muito natural que eles fiquem super protetores e enciumados com supostos invasores, não só de seu território, mais da melhor coisa que alguém pode receber, que é a atenção que é dada. Não somente numa presença de carinho e em suas divertidas brincadeiras desses proprietários com seus cães, mas também nas inevitáveis ausências suas, porém fazendo-se tão presentes quanto.
Imagino eu; Que ao viagarem, tenham deixado todas as recomendações aos funcionários para darem uma especial atenção aos cães. Se igual ou não, a retribuição dos cães a este que os conquistou no especial e devido tratamento, será tão especial quanto.
Devemos observar também, que por serem três cães, devo tratar seus comportamentos não derivado unicamente do tratamento que vocês os deram em todo esse tempo, ou do condicionamento dado através do adestrador e funcionários. Mas sim, de uma herança genética de sua raça, cujo instinto de presa é altamente predominante sobre os outros animais. Principalmente, quando há um forte instinto materno da ‘’Mel, ’’ que foi e sempre será de ensinar instintivamente os seus filhos, não para serem destemidos ferozmente. Mas que despertem o instinto de vigilância e de sobrevivência, mesmo que os conceitos humanos e as necessidades destes que os amam {donos}, não precise ser cumprida a ferro e fogo, em uma tarefa, cujo desejo seus como proprietários, não era exatamente ter um cão para uma guarda territorial bem afiada. Já que quando pensaram em ter um cão da raça ‘’leão da Rhodésian’’, creio eu, que estavam cientes de que estariam adquirindo cães de caça e companhia, porém com aptidões de sobra para outros fins, principalmente em uma instintiva e moderada guarda territorial, em seu alerta perfeito sobre o que acontece em sua volta.
Quero lembrar-lhes que, o tempo de caráter de formação de um cão, é de aproximadamente vinte, a trinta meses. Por tanto, é muito importante que cada um de nós, possa defini-los e julgá-los em princípios técnicos e diante das compreensivas razões de seu instinto animal. Que seja válido também a aplicação desses comandos manuais que encaminhei anteriormente para os senhores, pois eles quando feitos de forma contínua, certamente leva o cão a não querer se deixar levar pelo o seu instinto predominante. Já que o seu respeito por estes{proprietários} que o conduz, não o faz competir territorialmente, eles apenas vêem seus donos como líderes de grupo, não predominantemente sobre eles hierarquicamente falando.
Inclusive, há um termo muito usado pelos os racionais, que eu me recuso a aplicar aos cães, que é; ‘’Mau caráter’’. Pois, uma vez que o homem é questionado ou reprovado por atitudes que prejudique a integridade física e moral do outro, ou age com malícia para obter lucro sobre os demais, podemos sim classificar estes como ‘’mau caráter’’. Já os cães, eles se comportam apenas obedecendo seus instintos primordiais, carregando muitas vezes, apenas uma herança genética de predominâncias dos seus ancestrais.
E mesmo que o homem tenha tentado ao máximo modificá-los, mesmo que para os fins mais pacíficos, haverá cães com instintos totalmente herdados dos seus ancestrais que o homem jamais poderá questionar. Apenas conviver, compreendê-los e tê-los como eles nos têm exatamente; Como verdadeiros amigos, mesmo quando adverso a querer seguir as regras de conceitos comportamentais humanos.
Muito grato; Valdir Alves.
Devolvendo as gentilezas:
A voçês proprietários, dedico mais uma bela história que fiz ao conheçê-los, que por sinal não estava perdida, apenas guardada nos pequenos momentos de dispersão de minha vida.
Trata-se de uma pequena observação que faço sobre os respectivos lares que vizito, ao ser requizitado para resolver as nobres causas de imaturos, engraçados e felizes câizinhos. Em que descrevo com todo o carinho, não apenas os cães "top" de linha, nem seus "ilustres" donos e suas belas casas. Mas sim, como verdadeiros "lares", que avalio sem distinção nenhuma, o lado afetivo, responsável, verdadeiro e justo ao contratar um adestrador e amigo para seus cães. Boas histórias para voçês:
Era uma vez uma casa muito bonita, mas muito bonita mesmo!
Não somente pelas suas formas, mas pelo o que havia dentro dela:
Amor,carinho, compreensão, ternura.
Dentre os sentimentos, havia também o sentimento de justiça!
Para que assim, prosseguisse esta casa não somente bonita, mas muito agradável também.
E esta casa se chama "coração"! Aonde abriga o maior dos sentimento, o "amor"... Dignos dela, serão aqueles que possam, fazer valer este víncolo não somente profissional, mas num estado resposável e feliz ao que se dispôem em fazer em nome do dever.
Grato,Valdir Alves.
Dougue
O levado está por vir:
Este é um Rhodesian, com aproximadamente oito anos, ao qual eu sou muito grato.
Sem dúvida, foi uma bela experiência como profissional! Se deparar com um cachorro de uma excitabilidade altíssima, e de seus entusiasmados “proprietários” que tanto desejaram ter um cão “Leão da Rhodesian”. Só que eles não imaginariam que teriam um cachorro com atitudes engraçadas, e um tanto desastrosas. Entre as coisas engraçadas, desastrosas e danos materiais, vou contar apenas coisas engraçadas.
Começamos pela preocupação de seus proprietários, em querer treinarem o cachorro, antes mesmo de chegar ao seu novo lar e isso é muito engraçado. É como se todos previssem o cachorro levado que teriam, mas sem saberem o quanto o amariam também.
Pois bem, estes incansáveis, pacientes e apaixonados proprietários, se esforçaram todos os dias para compreender o seu levado cão, que era de uma carência enorme. Carência essa, que era nada mais que ocupar todos os recintos da casa e dos seus corações, mesmo que muitas vezes essas tentativas de predominar e ocupar todos os recintos da casa lhe custasse ficar de castigo. E sem esquecer das inúmeras vezes que eu ouvi do seu proprietário: “Vamos tentar mais um mês este treinamento, para ver se ele aprende a se comportar um pouco melhor”.
Bom, faz tempo que eu não escuto sobre esses maus comportamentos. Acho que o tempo tornou este cão mais conveniente com as pessoas e menos agitado, não tão perfeitinho como os seus proprietários gostariam que fosse. Pois afinal, o que mais contribuiu hoje para estes proprietários terem um conveniente cão, foi a paciência que eles tiveram não só com o seu cão chamado “Dougue”, mais com o “adestrador” também. Vocês sabem do que estou falando, no é mesmo?
Por isso, que eu dou os meus parabéns a vocês. Por esse amor, carinho, cuidados, e por se preocuparem em manter a boa forma física do Dougue. E por presenteá-lo, dando-lhe um adestrador tão levado quanto ele. E que não tenha sido em vão toda essa tolerância por nós, pois o que melhoramos até aqui para vocês, e o quanto vocês mereçam de bom como pessoas, tornam-se infinitos os nossos esforços para fazer valer este convívio de obrigações, de carinho e de muita gratidão a todos vocês. Cujos gestos de gentileza ao profissional {adestrador}, vão além de um duradouro “acompanhamento” ao amigo dougue.
Grato; Valdir Alves.
Mike x Fred



Fiéis de peso:
São dois cães enormes, um Mastiff Inglês e o outro um Mastim Napolitano, com aproximadamente 70/80 quilos, que apesar de serem bravos guardiões por instinto, tinham uma delicadeza enorme com o seu proprietário e com a funcionária responsável pela casa.
Sem grandes manias, tipo pulos excessivos ou puxar o dono durante o passeio. Só gostavam mesmo de agarrar a mão do seu dono, com aquela mandíbula enorme, carregando-o para onde bem quisesse. Predominante com as pessoas da casa, só nisso que acabei de falar.
Como nenhum mal aparente diante dessas generosas mordiscadas, pelos grandalhões que eram. Só restaria ao seu dono retribuir-lhes da melhor forma, e este o fez.
É um proprietário de cachorro, raro de se ver. Não que os outros que conhecemos, sejam menos cuidadosos com seus cães. Este apenas tinha uma mão-de-obra direta e necessária, para que ele pudesse ter toda certeza que seus cães estavam bem.
Simplesmente, não vi outro proprietário que seguisse criteriosamente todas as recomendações do adestrador e dos veterinários, como este. E esta mão-de-obra que ele tinha, com muito prazer, em participar dos momentos tristes e felizes na vida desses cães, não lhes custou muito. Apenas teve que chegar muito em cima de suas importantes “reuniões”, como também tendo que faltar em alguns compromissos com seus familiares, por causa desses grandalhões.
Eu não duvido nada, caso eu não pudesse levar estes grandalhões ao veterinário, certamente este proprietário faltaria às muitas reuniões, mas felizmente, ali estava eu, com todo prazer em ser participante desta atenção a estes cães e ao atencioso proprietário.
E o curioso, é que todas às vezes que eu acompanhei estes cães ao veterinário, ali estava o seu proprietário. Com todo amor, carinho e muita ansiedade para que seus cachorros fossem consultados, já que a única coisa que ele não tinha era disponibilidade para essas surpresinhas da vida, mesmo que se tratasse de seus amigos caninos, pois os compromissos e as reuniões de trabalhos lhe aguardavam.
Esta é a hora de repetir uma frase de um escritor inglês, cujo nome no momento me falhou à memória: “Um covarde” pode demonstrar “coragem”. Um “cruel” “Bondade”, mas o “elo” entre um homem e um animal, mostra o verdadeiro sentimento. Sentimento é a palavra que nos mostra, o quanto deu certa essa parceria, pois você (proprietário) dividiu muito bem sua atenção a quem tanto precisava, e com muita sabedoria. Até eu, me fiz presente.
Talvez eu tenha sido mesmo para este proprietário e para seus cães, um amigo para as causas emergenciais, porque nelas eu estava lá sempre. Às vezes tenho a impressão de que, estes cuidados que você teve com seus cachorros, foi por um bom motivo, exercitar algo que se chama “atenção”, ao qual você desempenharia muito bem no futuro. Só que, com uma alegria em dobro, de uma força tripla, e de uma razão única, que é ser o pai mais presente na vida do “bravo” e “guerreiro” “Eduardo”.
Pois bem! Você faz parte dos proprietários que a cinofilia tanto deseja, que é ser um verdadeiro aficionado por cães e um grande cara, para os que de uma verdadeira “atenção” precisam. Como você sempre dizia, “valeu cara”!
Grato, Valdir Alves
As meninas super poderosas:
Nessa casa não entram meninos, ponto final.
Olha só? Eu vou acabar acreditando que os machos só arrumam confusão, porque em todo lugar que têm machos costuma-se ter brigas. Mas aonde tem fêmias, não é tão diferente assim! Neste caso, todas as fêmeas convivem de uma forma até pacífica demais, pois, na maioria das vezes, as fêmeas costumam ser mais brigonas que os machos.
É isso ai, falar de todas não vai ser mesmo possível, já que eu convivi mais tempo com a “Ela” (a primeira Golden Retriever), que era fantástica em tudo. Raramente nos recebia com desastrosos pulos, mesmo que emotiva estivesse por estarmos chegando. Ela, simplesmente, caminhava em nossa direção, sentava e nos dava a patinha, saudando-nos, é claro. E foi assim por muito tempo, até o dia em que resolveu nos deixar. Não cheio de tristeza, mais cheios de saudades.
Saudades estas, que nenhuma outra suprirá este vazio. Mas, se os seus proprietários fizerem valer sempre a presença de amor, carinho e companheirismo as atuais, como foram com a “Ela”, sempre será válido terem quantas cachorras quiserem, pois, todas serão tão especiais quanto foi a “Ela”. Feliz 2010 para todos.
Grato, Valdir Alves.
Morgana-Pandora
As inseparáveis:
Essas inseparáveis irmãs são “fantásticas”. Para os proprietários não só foi trabalho em dobro, mais a alegria também! Com comportamentos bem diferentes entre elas, a “Pandora”, era extremamente desconfiada e sempre foi mais submissa que a sua irmã “Morgana”. E a “Morgana”, sempre foi predominante territorialmente, e um pouquinho mais até, por motivos de ciúmes, é claro. No que é óbvio tê-los, pois seus proprietários são atenciosíssimos. Dentre eles, a qual as cachorras são totalmente apaixonadas {Marininha}.
Em quanto a “Morgana”, era de um comportamento mais agitado e de atitudes previsíveis, em relação a terceiros, a “Pandora” é de um comportamento mais calmo e carinhoso com as pessoas, porém um tanto desconfiada com tudo e todos.
Enfim, para nós é totalmente irrelevante dar um parecer negativo às muitas escavações no jardim, já que para os cães, isso é mais que natural. Seguindo seus instintos pelo cheiro atrativo da terra, como também numa forma mais que natural dos cães interagirem. Por isso, é irrelevante citar como negativo um comportamento tão natural de um cão em relação às escavações, mesmo que se trate de um belo jardim.
E quanto a forma que comecei esta “dedicatória”, dizendo-lhes: “Essas inseparáveis irmãs são fantásticas”, é muito simples. Pois, o destino pode até separá-las, mas jamais impedir que eu as descreva e coloque suas fotos neste “site”, já que uma partiu primeiro que a outra. Até porque, as fotografias não significam apenas “saudades”, mas “lembranças” de um tempo, cujas razões eram e continuam sendo, não somente em ter um cão, mas como tratá-los, compreendê-los e sermos totalmente “apaixonados” por eles.
Quero dizer que, em breve, vou visitá-los, pois afinal de contas este quadro se chama “Velhos Camaradas”. Já que os momentos que passei com elas, não foram só pelo vínculo empregatício com os adoráveis ex-clientes, mas de um verdadeiro entretenimento ao que me dispus em não só trabalhar, mas em estimar também.
E, mesmo que, esporadicamente, tenham sido essas visitas, intensidade não me faltou com elas neste verdadeiro vínculo de amor, carinho e respeito, quando presente.
Grato, Valdir Alves.
Brendo
Um dos maiores culpados por este Blog:
Pena que este não foi meu aluno, mas como explicar as surpresas da vida, quando se trata de cachorros?
Foi um momento casual na minha vida, onde sua proprietária me perguntou, se eu poderia passar a dar banho num bonito e simpático Poodle. Não pensei duas vezes. Claro que sim! Porque na verdade, eu só fazia serviços de adestramento e não trabalhava dando banhos em cães em domicílio, como até hoje não o faço.
A explicação que eu tenho para este episódio (dar banho no Brendo), era a minha necessidade de poder vê-los mais vezes, e não por se tratar apenas de mais um serviço extra. Mas, por receber a calorosa recepção desses simpáticos proprietários e de suas lindas filhinhas, já que o “Brendo” era o único cachorro, que eu me dispus de um tempo para uma específica função (banho), o que não era exatamente adestramento.
E o mais curioso de tudo isso, é que eu, às vezes, ligava para saber se o “Brendo” estava precisando tomar banho, e seu proprietário falava: “Vou passar a ligação para ela falar com você”. E sua mulher dizia: “Dá um pulinho aqui sim, ele está sujinho”. E ao chegar lá, eu percebia que o “Brendo” não estava tão sujo assim, era apenas um gesto de gentileza para recepcionar alguém que eles tinham tido uma enorme simpatia, e não que o “Brendo” estivesse sujo.
Aprendi muito através dessa história, sobre o que é de lei eu fazer dentro da minha função, e o que é de total prazer eu fazer, além do que me foi incumbido. Servindo-os a qualquer coisa que vocês precisarem, não só por gratidão por me permitirem através de suas idéias magníficas em criar um “site”, mas, para que através desse meio de comunicação, eu possa descrevesse o que abrange, não somente toda praticidade em lidar com os cães, mas para falar também, de muitas coisas bacanas. Homenageando pessoas e cachorros, como os verdadeiros culpados pelas minhas inspirações em tudo que descrevi. Na qual, fico bastante lisonjeado (filosofia), em poder decifrar tão claramente a “razão” e a “emoção” de ter um cão, triná-lo e compreendê-lo.
E por me ajudar, a expor esse trabalho, tão didático aos aficionados por cães e aos que gostam de boas histórias. Mostrando que os encontros nunca serão casuais, quando nos é necessário merecer verdadeiros anjinhos nas nossas vidas, como, por exemplo, você “Ilquinha”, “Ana” e seus queridos “pais”.
Grato, Valdir Alves.
O belo e a fera.
Marve - Panda:
Brincadeirinha “Panda”!
Esses dois cães nos fazem pensar, muitas vezes, que a verdadeira compreensão aos fatos que ocorrem nas nossas vidas, não cabe a nós julgarmos apenas diante de um instintivo comportamento de um cão, principalmente, quando muitas outras coisas bacanas acontecem. O caráter de formação do cão, uma parte é derivada do ambiente, a outra trazida em sua bagagem genética e, nem sempre por causa de um tratamento impróprio que estes que o adotaram deram ao cãozinho. Estou falando do “Panda”, pois, afinal de contas, este quadro “velhos camaradas”, não se baseia em uma perfeita trajetória de um profissional {adestrador}, nem unicamente em agradáveis comportamentos dos adoráveis cachorros perante seus donos, mas o que engrandece o ser humano (proprietários), diante do que ele se dispõe em cuidar, educar, compreender e ser totalmente apaixonado. O resto, que seus proprietários o digam fantasticamente dentro de sua praticidade na lida com o adorável “Panda”.
Lembrando que, o que nos engrandece, muitas vezes, na vida, não é apenas compreender a vida dentro do sentido óbvio das coisas que vemos a um palmo do nosso nariz, mas nas compreensivas razões que temos sobre as coisas que há de mais complexo dentro dela. O que nos diferencia dos cães, é apenas uma pequena incompatibilidade de comunicação verbal para lidar, não só, com as suas atitudes naturais, mas com os seus sentimentos também.
Por isso, a nota da “pré-formação do caráter” do “Panda” e suas “implicações”, já foi definida na época em que o treinei. O seu caráter seria bem típico de um “Lhasa apso”: Alegre, auto-afirmativo, leal, porém, não sendo amistoso com todas as pessoas. E com um comportamento a mais diante das implicações naturais do ambiente que vive, como também, do especial tratamento que recebeu destes que os adotaram.
No entanto, citar o “Panda” como um cachorro ciumento, territorialista, protetor dos donos e um tanto incomodado com as coisas que lhe eram exigidas {não fazer xixi nos tapetes, nem rosnar para as pessoas}, é mais que natural, diante de cães espertos, pois afinal, privilégio não é dado para todos, mas para os que muito necessitam de carinho e muita compreensão.
Então, o “Panda” é um privilegiado diante destes que não só o adotaram, mas que o compreendem, em todos os momentos, diante de coisas tão peculiares de um cachorro de caráter predominante, mesmo recebendo de seus donos muito amor e carinho. Então, o meu julgamento ao “Panda”, é que ele é carinhoso, companheiro e fiel aos seus donos, fiel, principalmente aos princípios que regem este perfeito convívio entre “donos” e seus “cães”, o “amor’!
E quanto ao “Marve”, devo dizer que serei breve. Breve, porque não acredito mesmo em seres perfeitinhos, mas sim, em coisas e pessoas que muito nos caiu bem, como por exemplo, o nosso tranqüilo “Marve”, mas, sem querer considerá-lo mais ou menos amado que o querido “Panda”. Por isso, me sinto um privilegiado em ter participado de momentos de amor, carinho e compreensão destes fantásticos proprietários à seus distintos cães. Distintos, porém, iguais quando se trata de nos retribuir “amor” e “carinho” diante de razões, que nos ensinam a julgar o “Marve” e “Panda,” apenas como seres de características próprias de sua natureza.
Termino aqui as minhas saudações aos “velhos camaradas”, e em particular desejando sucesso a sua proprietária. Quanto ao seu proprietário, que continue a pensar, pois, afinal de contas, se todo mundo expressasse positivamente em voz alta o que pensa e o que gostaria de mudar, o mundo estaria bem melhor para todos nós.
Grato, Valdir Alves
Ingra-Nikita-Capitão
A diversidade é o segredo de tudo:
Esses três cães são muito engraçados, engraçado é, na verdade, um termo simpático, para não ter que chamá-los de levados. Mas, diante da sorte grande que tiveram, cujo culpado de tudo isso seja unicamente este que os adotou.
Fantástico proprietário, não é um termo ligado apenas a uma pessoa que carrega consigo uma praticidade em lidar com o seu cachorro, diante de leis comportamentais. Mas, dentro de razões, propriamente suas e de um ser humano que aprecia a natureza e os animais, como seres que muito nos são convenientes. Afinal de contas, a apreciação que temos ao “grande” e ao “belo”, só nos resta apreciar o “diferente”. Isto é o que mais soma nas nossas vidas, quando passamos a compreender o diferente (cachorro).
Como toda história, não cabe a eu avaliá-la, unicamente dentro de um extenso texto, cuja citação aos participantes (cães-proprietários), baseia-se apenas em comportamentos exemplares dos amigos “caninos”, muito menos em elogios sem fundamento aos respeitáveis proprietários. Este vínculo, entre o proprietário e seu cão, tem que ser de amor, carinho e muitos cuidados.
Quanto a minha posição em descrever o magnífico proprietário desses cães, que fique na sua discrição de pessoa, nas compreensivas razões quanto às leis instintivas dos cães que ele acabara de adquirir, assim como de sua ampla visão sobre os seus amigos caninos como seres alegres e felizes, mesmo que levados sejam esses fantásticos cães.
E que o motivo de saudade da alegre e simpática “Nikita”, seja compartilhado também nesta agradável e necessária educação do levado “Capitão” e da incansável “Ingra”.
Grato, Valdir Alves.
Marly
Marly e nós:
É isso aí. Quem disse que este quadro “velhos camaradas”, é apenas para descrever a soma dos acontecimentos, que ocorreram ao longo de um tempo de convívio na vida desses fantásticos cães, seus proprietários e o profissional "adestrador”.
Este quadro é para descrever mesmo sobre “camaradas”, e não apenas novos alunos. E por mais que se torne estranho para muitos, para mim não é difícil descrever cães e pessoas que pouco convivo, já que alguém que se dispõe a ter um animal de estimação quer nada mais que dividir sentimentos de amor, carinho e de poder expor a grande virtude de se dar, sem nenhum questionamento sobre qual seja a medida certa para uma atenção com o “próximo” (Marly).
É o que posso chamar de uma verdadeira adoção. Afinal de contas, poucos arriscariam continuar com um cão, com histórias supostamente negativas sobre o “caráter comportamental” de sua raça (Leão da Rhodesian). E, mesmo que comentários absurdos tenham chegado aos proprietários do “Marly”, de que o cão “Leão da Rhodesian” era um cão “terrível”, não faltou vontade a esses proprietários, não somente de conhecer mais uma bela raça, mas, em assumir todas as responsabilidades com este cãozinho de características bastante interessante.
Por isso, acredito que essas pessoas que fizeram esses comentários negativos sobre o “Leão da Rhodesian”, não estejam erradas, apenas por não conhecer o “Rhodesian Ridgebak”, mas, também, em não ter exercido todos os compromissos com um cão de comportamento amistoso, ativo, devoto, bom vigia e com predominâncias de sobra sobre os demais cães. Erraram essas pessoas, também, em não terem o verdadeiro sentimento ao adotar um cão de comportamento “predominante” e um tanto “arredio”. Principalmente, quando o ambiente em que ele reside, não é compatível com as carências “físicas” de sua raça, que o obriga a expandir toda sua energia em longos percursos, no que posso classificá-lo como um verdadeiro “atleta”.
Diferente dos proprietários desse lindo Rhodesian chamado “Marly”, que além de terem escolhido um verdadeiro companheiro, se dispõem em cuidar e compreender o futuro comportamento deste recém-chegado, cujo caráter promissor, em seu novo ambiente familiar, dependerá do amor, carinho e de muitos cuidados dos mesmos que o adotaram.
E, mesmo que seja recente o compromisso desses proprietários com este amigo canino, não faltou discernimento numa observação ao “Marly” diante do seu comportamento predominante e um tanto arredio, levando-os a crer, que o mais cabível seria educá-lo, mesmo tendo ele quatro meses, já que a genética promissora de um cão que é dado como um bom “vigia” é real.
A formação de seu “caráter” será a soma dos comportamentos do ambiente em que ele vive. Assim sendo, é muito importante educá-lo, principalmente, quando uma parte do caráter de formação do cão é uma conseqüência do que permitimos lá atrás. Tanto num jeito arredio de se comportar, como também em descaracterizá-lo como cão, tratando-o de uma forma deliberada demais em relação a questões necessárias do que o cão deva cumprir como um conveniente e fiel companheiro.
No entanto, não vou terminar por aqui esta pequena dedicatória ao camarada Marly, porque na verdade, isto é apenas um resumo do que está por vir. Como já citei numa outra dedicatória, volto a repetir; “Nunca será casual” conhecermos fantásticas pessoas e seus cães, quando é merecimento tê-los nas nossas vidas.
Se por um acaso, esta dedicatória fosse um jogo, eu diria que, “em time que está ganhando não se mexe”. Falo isso, por que no parágrafo acima, dava-se como encerrada esta dedicatória ao camarada “Marly” e aos seus donos. Mas, como explicar as coisas que tanto levam tempo para serem executadas em nossas vidas, quando se trata de uma observação ao todo, e não apenas em práticas resoluções para resolver probleminhas comportamentais de um cãozinho.
Então, acrescentar coisas fantásticas que aconteceram no decorrer dos dias em que o “site” não entrara no ar, é mais que justo. Principalmente, quando se trata de uma história, aonde a respectiva família que adotara um cão, não quer apenas se sentir feliz em ter um animal de estimação, mas dividir com este que fora adotado, toda a felicidade que os mesmos carregam cuja essência é chamada de “harmonia familiar”.
E, quanto às pessoas que estejam receosas de ter um cão “Leão da Rhodesian”, que se imaginem apenas virtuosos em coisas simples, práticas e que se confirmem em uma experiência única, mesmo que se trate de um levado, predominante e fiel amigo canino chamado “Leão da Rhodesian”.
Por isso, quando se trata de belas histórias, cujas idades dos participantes proprietários começam dos cinco anos, e os demais se tornam tão crianças quanto, que se defina esta história de um cão chamado “Marley”, uma continuidade das muitas brincadeiras do “Kim”, no chuveiro do quintal, ao lado de seus amigos e com o “Marly”. Na competitiva brincadeira do pequeno “Antônio” com o “Marly”, nas interessantes perguntas do “João”, em relação ao aprendizado do “Marly”, etc. Nas inteligentes conclusões e perguntas de sua proprietária (Ana), em relação ao que ela quer que seu cão aprenda e o que seja irrelevante que o mesmo conclua no treinamento. E, por último, na perceptível visão de seu proprietário (Hélio), em seu particular e cômico comentário sobre o lado trabalhoso e divertido que acontece com todos nós, ao adotar um cão. Em que os participantes dessa bela história, não só se divertem com esse “bonito” e “grandalhão” “Leão da Rhodesian”, chamado “Marly,” como também, muito me deixa lisonjeado em fazer parte desse feliz convívio familiar.
Agradecendo também ao proprietário do querido “Marly”, em realizar o que de fato me deixa bastante feliz como profissional e pessoa, que foi a engraçada e mais realista “história” sobre o lado engraçado, trabalhoso e o feliz convívio com seu cão “Marly,” citando é claro, o requisito ao adestrador “Valdir Alves” para educar o levadão da hora. Sem esquecer também, os cartões de visitas que a sua mulher me presenteou, para que eu viesse a divulgar esta e muitas outras histórias “fantásticas” que vocês acabaram de ler, sobre um “site”, que fala sobre o que abrange o verdadeiro vínculo entre os cães e seus proprietários. Aonde o tema principal, é expo não somente a mão de obra bruta para educar um cão, mas perceptíveis razôes para compreendê-los. Estabelecendo parâmetros e trazendo à tona a emoção de ter um “cão” sem se distanciar da razão de tê-los convenientemente. Não só conveniente perante regras comportamentais impostas por seus donos, mas também, em ser participante de momentos de pura alegria e simplicidade desses que adotara os “Marlys” da vida.
Grato, Valdir Alves
Distintos comportamentos é mais que natural nos cães e nas pessoas.
Bad-Magoh:
Essa história tem muito que nos ensinar, principalmente, quando ouvimos relatos de algumas pessoas que dizem o seguinte: “o comportamento do cachorro é um reflexo do dono”.
Por isso, através dessa história, cujos proprietários nada têm a ver com o comportamento de um desses cachorros chamado “Bad”, comportamento este que é nada mais que predominar sobre as demais pessoas. Tratando-se, apenas, de um típico comportamento, aonde o “caráter forte” e sua “hierarquia territorial”, o fazem se resguardar até de pessoas legais (adestrador, funcionários etc.), porém, um tanto chatos em quererem doutrinar alguém que não quer receber ordens de ninguém, mesmo que essas ordens sejam de seus tranqüilos e simpáticos proprietários.
Nem toda conduta de um cão, arredio, feroz, como também tranqüilo, gentil e obediente aos demais, quer dizer que seja puro reflexo de um tratamento do seu dono, mas sim, de sua genética ou algo peculiar de um caráter próprio de sua natureza, de um cão que tem um instinto natural de “predominância” sobre os outros.
No entanto, dar uma nota sobre o caráter de formação do “Bad” é muito fácil. Simplesmente, ele é um indivíduo com características próprias não de sua raça, muito menos de tratamentos impróprios de seus proprietários, cuja conduta uma vez deliberada demais a atender a todas as vontades, o descaracterizaria como bicho.
Pois bem, falar de um cão de caráter forte e de uma cadela doce e mais obediente chamada “Magoh”, é irrelevante quando se trata de uma proprietária muito afetiva aos animais em geral, principalmente, quando se trata de amigos caninos aos quais ela trata com muito amor, carinho e profissionalismo. E, mesmo que perdidamente apaixonada, seja ela (veterinária) por esses amigos caninos, não lhe faltou nunca o cumprimento do dever, de fazer o que fosse melhor para esses fantásticos camaradas caninos, como também para os fantásticos que os adotaram.
E, quando se trata de equilíbrio emocional, vou falar agora de uma pessoa, cujo comportamento calmo, gentil e de uma paz de espírito, que através do seu temperamento torna o convívio com o diferente “Bad”, sempre agradável, mesmo que difícil e complexo seja o convívio entre os seres humanos, como também entre proprietários e seus “levados” ou “temperamentais cães”. Estou falando do tranqüilo proprietário do “Bad” e marido dessa excelente profissional, que é uma verdadeira aficionada por cães e pelo que faz.
Aproveitando este momento oportuno, quero pegar uma carona com o “Bad” em ser compreendido, não como o melhor, nem como o pior, mas como o diferente.
Como já falei no começo deste trabalho, que; A “apreciação que devemos ter pela vida, não é só ao grande e ao belo”, mas, também, ao “diferente”. Só que a grande vantagem de ser humano, é, sem dúvida, a virtude de saber discernir a hora exata em que precisamos melhorar para quem nos quer bem. E esta é a hora de descrever, não só sobre pequenos problemas comportamentais e o aprendizado promissor desses meus alunos caninos, mas sobre coisas que passam despercebidamente nas nossas vidas, dentre elas, o imenso sentimento de carinho e de gratidão, pela força que me deram sempre, e que eu mesmo não correspondendo numa perfeita regularidade ao que fora incumbido de fazer, não negaram nunca o sorriso e toda cordialidade com a minha pessoa.
E como é infinita a minha gratidão por voçês, quero dizer que por serem pé quente, a porta que voçês abriram nunca mais fecha.
Um abraço apertado para todos, e o meu muito obrigado por tudo!
Valdir Alves.
Sorte por quem fora adotado, ficou para esses aqui também!
Ludwik - Douver:
Esta é mais uma história, na qual podemos julgar os fatos de nossas vidas, não apenas como fatores implicativos que nos acontece, unicamente por pura sorte ou por azar, mas sim, o que nos leva a entender os problemas circunstanciais de nossas vidas, como mais uma ferramenta para o próximo trabalho.
Por isso, acredito que para termos coisas convenientes e satisfatórias nas nossas vidas, não nos venha a valer unicamente quando as temos de mãos beijadas, mas sim, quando as merecemos ou quando estamos dispostos em servi-las de verdade. Falo isso em relação ao que me disponho de verdade em assumir, um trabalho com cães bastante delicados de se lidar e necessitado de se exercitar fisicamente. E, principalmente, quando se trata de proprietários cultos e objetivos ao que querem que seus cães pastores cumpram em serviços. Onde a necessidade de requisitar um adestrador e o imenso desejo de arrumar um compreensível amigo para seus cães pastores, venha a valer sempre a segunda opção, e não somente um adestrador para compartilhar responsáveis compromissos com esses amigos “guardiões”. Mas, compartilhar, também, os sentimentos mais profundos de uma relação entre um homem e um animal.
No entanto, citá-los como proprietários atenciosos aos seus cães, e um tanto sábios em lidarem com as características dos mesmos, não somente em uma averiguação sobre o que acontece no dia-a-dia com seus cães pastores, mas também em preservar as características naturais de um comportamento animal. Então, nada mais justo que descrevê-los como atenciosos proprietários e verdadeiros amigos desses bonitos cães “pastores alemães”, chamados “Ludwik” e “Douver”.
E quanto ao ciúme dos cães, é a forma mais justa deles resguardarem os senhores, diante de estranhos e de certos funcionários que queiram lhes dar ordens, quando os senhores estão presentes. Comportamento este, ciúme, que é totalmente derivado de amor e respeito, pelos quais os tratam com muito carinho e compreensão, diante do “caráter comportamental”, tipicamente, não de cães “pastores”, mas de “fièis companheiros” de grupo.
Como este quadro se chama “velhos camaradas”, não me valeria nada citar esses fantásticos cães “Pastores Alemães”, sem falar do vínculo harmonioso de seus proprietários. Não apenas numa apreciação a esta magnífica raça de cães, mas com o que vocês proprietários se dispõem em cuidar e estimar inigualavelmente.
Por isso, se depender de novos clientes que queiram requisitar um treinador para seus cães, aonde as questões comportamentais exigidas ao animal tenham base e o fundamento, será sempre uma honra lidar e treinar cães.
Grato, Valdir Alves
Divino presente.
Suel:
Este quadro “velhos camaradas” nos enche de alegria! Como iríamos imaginar tantas coisas bacanas diante de um simples requisito a um adestrador.
Tudo começou, quando fui procurado por uma pessoa para treinar um lindo cachorro da raça ‘’labrador’’chamado ‘’Suel’’. Cujo comportamento do recém chegado cãozinho não era muito conveniente perante as lindas e simpáticas crianças e sua esperançosa mamãe. Aonde obedecer às devidas ordens de obediência era mais que necessário. E precisaria este cão, apenas de alguém para ensiar-lhes regras básicas de comportamentos, já que o amor e carinho o’’Suel’’ conseguira desde o primeiro minuto que fora adotado por essas três criaturas fantásticas. Cujo principal culpado desta fantástica história, foi este homem {pai do ‘’Arthur’’ e da ‘’Paulinha’’} que presenteara este incrível e necessário cãozinho. E o mais interessante nesta história, não é apenas o fato extraordinário de um ‘’pai’’ presentear os seus queridos filhos dando-lhes um cão labrador, mas em preocupar-se também em tornar não somente este presente inesquecível na vida de seus adoráveis filhos, mais sim, tornar este cão um fiel e conveniente companheiro na vida destes que tanto precisam de carinho e muita compreensão.
E a coisa mais marcante nesta história, foi quando este ‘’cidadão que requisitou um professor para o ‘’Suel’’ me procurou dizendo o seguinte: - Estamos passando por uma situação, então diante desse acontecimento, dei um cachorrinho de presente para eles. Só que este cachorro é muito levado, então, qual é o procedimento para tornarmos este cãozinho mais sociável com todos eles?
Então, relatei para o proprietário do "Suel', qual seria os procedimentos para esta agradável, responsável e tão necessária relação de ter um cão, como treiná-lo e compreendê-lo. E ele de imediato passou o telefone dos tão necessitados não somente de ter um adestrador para o seu cãozinho, mais um amigo para lhes ajudarem também a compreender este universo de coisas ‘’fantásticas’’ que acontecem ao adotar alguém com todo o sentimento.
Daí por diante, não era o ‘’Suel’’ que mandava mais as cartas. Rapidamente começamos as aulas, e tudo foi compreendido por seus apaixonados proprietários. Não compreendendo o ‘’Suel’’ nas muitas horas de aulas, mais diante das poucas. Porém necessárias às compreensões ao inestimável presente que foi dado por este sensível amigo que acabei de citar como o maior responsável dessa história.
Aí vem a parte mais emocionante dessa ‘’história’’. Que para começar, aceitei ttrinar o Sue numa localidade cujo trajeto não fazia parte dos demais alunos que até então já estavam encaixados nos respectivos horários semanalmente, pelo menos nos próximos três meses daquela época. Mais diante dos fatos circunstanciais de quem requisitara um ‘’adestrador’’, e por razôes meramente ‘’humanas’’e como um apreciador de belas ‘’histórias’’, aceitei o desafio de participar não somente de educar um cão labrador, mas também no enorme prazer de ser testemunho de uma história com um final feliz.
E ao começar as aulas, percebi que quem deveria ser instruída, seria a sua dona. Já que as crianças estavam curtindo o ‘’Suel’’ de montão. E não se preocupariam elas, com os necessários deveres a serem cumprido pelo cãozinho, e um tanto irrelevante o cumprimento a ferro e fogo diante de um cachorro cujo comportamento feliz demais, é conhecido por nós ‘’adultos’’, como fruto, de todo o cão jovem.
A partir daí, percebi que o mais importante a fazer por essas pessoas e pelo ‘’Suel’’, não seria apenas treiná-los dentro de sua praticidade, mais passar toda uma ‘’filosofia’’ de amor, carinho e muitos cuidados para este especial presente. Por que afinal de contas, como já falei na parte da ‘’filosofia deste "blog": ‘’Quando alguém se dispõe a ter um cachorro’’, quer nada mais que um amigo para dividir momentos felizes, porém perfeito quando se trata de uma relação entre um homem e um animal.
Pois bem. Essa história deixa bem claro a diversidade de coisas bacanas, engaçadas, comoventes, e nem um pouco complexas ao adotarmos um cãozinho. Cujo mérito do ‘’adestrador’’ do ‘’Suel’’, não se baseou diante de inúmeras aulas ao cão aluno, mais sim, por perceptíveis razôes para com estes {contratante e proprietários} que tanto me inspirou a descrevê-los diante dessa feliz e necessária ‘’adoção’’.
Por isso que através dessa história, quero dizer aos ‘’aficionados’’e ‘’proprietários’’ de cães o seguinte; Nem sempre o efeito positivo ao doutrinar um cão, quer dizer que seja pelas regulares ‘’visitas’’ do professor. Mais sim, em perceptíveis razôes que motiva ‘’treinador’’ e ‘’proprietários, não somente na praticidade em educar um cãozinho levado, mais em compreender também o recém chegado amigo canino, apenas como um verdadeiro apaixonado por nós, que quer a todo custo chamar-nos a atenção de coisas simples.
Por tanto, é um enorme prazer para mim, não em mostrar apenas um obediente cão em suas aulas de desenvolvimento do específico aprendizado, mais na perceptível visão de sua proprietária. Em que compreendeu o estado emocional do amigo ‘’Suel’’, foi como se deparar-se consigo mesma diante de um quadro amocionalmente “agitada”, “ansiosa” e parcialmente “triste.
Aqui está o carinhoso recado que foi escrito no inesquecível presente que a proprietária do ‘’Suel’’deixou para mim
Grato; Valdir Alves.
Belinha-Pulguinha
Sem essa de “coitadinha.”
Essa história nos aguça todos os sentidos. Para começar, vou recordar certo dia em que estava eu de óclos escuro por causa de uma conjuntivite, acompanhado de um belo e alto som ao pé dos ouvidos, quando derrepente, ouvi um sutio barulho de algo cair. Era apenas um colar de prata que caira do pescoço de uma senhora que estava na fila do caixa de uma farmácia.
Até aí tudo bem! Mas o lado interessante dessa história, é que a pessoa que eu alertei de seu cordão ter caído no chão, estava quase na boca do caixa, e eu era o quarto da fila. Levando-me a crê então que, quando nos falta o sentido da visão, outros nos são aguçados, principalmente quando tivemos um comportamento peculiar no passado, de não querer ouvir o que nos dizem, ou de não quere enxergar o que estar evidente a um palmo do nosso nariz.
Por tanto, tratar a “Belinha” como coitadinha, frágil e desprotegida, não a melhoramos nem a asseguramos das futuras aptidões que a natureza se encarregará em devolvê-la, devido ela não ter uma das patas. Então, diante das compreensivas razôes puramente humanas, nos permitimos sim, nos sensibilizarmos em adotar um solitário cãozinho abandonado, mesmo com sarna ou com uma patinha gravemente ferida!
E quanto ao requisito para adestrar uma suposta coitadinha de três patas, foi bastante racional, necessário e feliz. Pois muitas das vezes, não precisamos de grandes professores nas nossas vidas, mas sim, de um conselheiro, amigo e um apreciador de comoventes histórias de amigos clientes e suas simples, comoventes e engraçadas adoções. Que por sinal, o lado engraçado dessa história começa, quando um dos indivíduos que fora quase devorado, se chama “pulguinha”.
Pois bem Jonas, este quadro nos orgulha e nos move para outra dimensão, e não me envaidece propriamente como adestrador. Apenas me deixa lisonjeado como pessoa e ao que me disponho em fazer na prática e didaticamente para os atenciosos proprietários e seus cães. Permitindo assim, divulgar esta satisfatória profissão, descrevendo proprietários e seus belos cães, como pessoas excepcionais e necessárias na minha vida. Tendo toda a convicssão, é claro, que os autores e escritores, não devam eles receberem todo os méritos pelo o que descrevem, mas sim, os proprietários e seus cães, que tanto inspiram escritores, autores e adestradores. Inspirando-os assim, não em descrever apenas o sentido das coisas na prática, mas, perceptíveis razôes que muito enobrece quem adotara e quem fora adotado.
E quanto aos elogios que recebi seus sobre o que faço, fico muito grato. Mas, como já citei anteriormente, nada seria possível sem as grandes inspirações, como por exemplo; Você, seus pais e seus sortudos cãezinhos.
Abraço a todos.Valdir Alves.
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