segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Sentimental Dog


        Calma aí. O “Sentimental Dog”, não é mais um termo difícil e complicado de se trabalhar ou falar sobre cães. Muito menos, uma crítica às diversas formas que alguns profissionais insistem em condicionar certos cães em seus maus comportamentos, poupando-se muitas das vezes, de sua mão de obra bruta para adestrar seus alunos de forma simples e objetiva. Vindo a criar muitas das vezes, mecanismos “superficiais” de adestramento, cuja forma necessária se define apenas em duas coisas: Treinar o cão aluno manualmente, e teoricamente repassar para os proprietários os devidos comprometimentos deles com seus cães e tudo que os envolvem teoricamente e emocionalmente.  

         Este é apenas um quadro, que nos aflora todos os nossos sentidos como pessoas, e não propriamente como indivíduos “aficionados” por cães ou pelo que fazemos profissionalmente. Expõe vários assuntos, histórias e desejos sobre o verdadeiro amor dos “proprietários” e do profissional-“adestrador”, diante do que ambos fazem em partes. Parte esta {sentimento}, que expomos não nossas predominâncias sobre nossos amigos “caninos”, mas em dar o verdadeiro sentido ao todo e não apenas, ao que muito nos interessa que o animal cumpra em nossos benefícios, que são exatamente, as tais regras comportamentais diante da lei de boa convivência. 

        Extinguindo parcialmente, aquelas objetivas tarefas que exigimos normalmente de nossos cães, descrevendo apenas, toda uma “filosofia” do que acontece sentimentalmente com quem adota, e com quem fora adotado. Deixando de lado toda a praticidade na forma de lidar, convencionalmente, com os nossos amigos caninos, tanto nas exigências a eles manualmente, como também através de regras comportamentais. E que as necessidades, propriamente nossas, em querer se sobrepor ao cão, seja apenas para adequá-los a um justo e agradável convívio familiar. Principalmente aos “mimados”, “engraçados”, “levados”, e até os incompreendidos “temperamentais”.

        Definindo assim a complexidade do “homem”, não na falta de compreender, educar e cuidar desses amigos “caninos”, mas nas íntimas e infinitas carências propriamente “humanas”, que é ser totalmente apaixonado por estes seres, das mais variadas raças, tipos e características. Porém, inigualáveis quando se trata em nos receberem em suas vidas, como verdadeiros amigos.

        Descrevendo então os proprietários e seus cães, como minhas maiores inspirações para continuar fazendo o que mais gosto: Lida e treinar “cães”.
        Bons “sentimentos,” aproveitem!

               
                           A grande virtude, que é "treinar e lidar com cães".

                               

       A todo profissional lhe é exigido experiência, praticidade, mas nada lhe valeria se ele não tivesse o essencial, a “vocação”. Por isso, que nenhuma outra profissão é tão importante à “teoria” como a de ser professor, mesmo que para muitos se trate apenas de uma “educação canina”.
                                              
       Pois bem. Como todo bom professor, não basta apenas ser professor, tem que saber ensinar. E, antes mesmo de tudo, tem que ser um incentivador nato, já que de início é um pouco complicado para o cão compreender o que exatamente queremos dele. Por isso, todo profissional, independentemente da função que exerça, não deve ele passar apenas a praticidade de um trabalho executado. Quero eu passar uma história, uma filosofia de vida, amor, carinho, e não somente uma profissão prazerosa e sustentável. Quero que seja esta, uma forma de poder retribuir uma parte das muitas alegrias que estes amigos caninos me proporcionaram e me proporcionam até hoje, mesmo que para alguns cães alunos no passado estas visitas tenham sido esporádicas.

       E o que mais me emociona até hoje, não é só o fato de conhecer mais um fantástico cão em tais aptidões, cujas tarefas que lhes são exigidas e este o faz perfeitamente! É que além dele há outro tão fantástico quanto, o seu dono, que conscientemente ao requisitar um adestrador, quer, não somente, torná-lo melhor com os que ali convivem com ele, mas com toda uma sociedade.

      Por isso, nem todo proprietário que requisita um adestrador, seja, unicamente por falta de discernimento sobre o que seja uma educação canina, mas por amá-lo demais e não querendo se sentir culpado por uma suposta formação de caráter comportamental adverso de seu cão. Já que a sua parte, ele acredita estar fazendo muito bem, que é alimentando-o, amando-o e recomendando alguém, não para compreendê-lo melhor, apenas defini-lo mais claramente em suas carências “psicológicas” “físicas” e “comportamentais”. Já que o adestrador o obrigará apenas a cumprir tarefas simples, mas modesta nas razões, que é de torná-lo mais e mais conveniente em todos os aposentos da casa, já que nos corações de todos já se encontra este recém-adotado cãozinho.

      
                           Em especial, o que é treinar um cão por absoluto?

                   

• Treinar um cão, não é simplesmente ensinar-lhe as regras de comportamentos passivo, carinhoso, obediente e dócil ao seu dono. É mostrar que o compreendo, que o amo e desejo tê-lo não só como um aluno, mas como um amigo também.

• Treinar um cão é demais, porque, em principio, não me vem à idéia de condicioná-lo em primeiro lugar, e sim de conhecê-lo melhor. Não melhor que seu dono, apenas em defini-lo mais rápido.

• Treinar um cão é demais, porque eu não me vejo “o grandioso”, por ensiná-lo, e sim um pequenino que com ele muito aprende.

• Treinar um cão é demais, porque este que muitos chamam de irracional, jamais discutirá as nossas diferenças, mas sim, em nos compreender exatamente por sermos diferentes.

• Treinar um cão é demais, porque eu tenho o privilégio de conhecer através deles, as pessoas tristes, as alegres, os simples, os modestos, os incertos, os resolvidos, os sonhadores, os que não sonham mais. E até os que da vida nada mais esperam, pois as muitas e boas lembranças já lhes bastam.

• Treinar um cão é demais, porque nós não passaríamos a amar a alguém que nos manda, nos repreendem, nos amolam o tempo todo para fazermos algo. E ele assim o faz com sua fidelidade, e nenhum ressentimento por quem muito o exige.

• Treinar um cão é demais, porque toda pessoa que deseja ter um cão, tem uma única certeza: Quer ter alguém para fazer de todos os seus dias, uma brincadeira e intercalar sem custo este momento único. Que o amará sendo rico ou sendo pobre. E que depois de um dia cansativo da volta do trabalho, o receba de braços abertos, sem o questionar por sua tamanha alegria ou tristeza, pois, esta ele já o sente, sem que o diga uma só palavra.

        E, por último, estes que são conhecidos como os melhores amigos do homem, nos mostrem que estes poucos anos que eles terão de vida, quando multiplicados em alegrias e simplicidade no cotidiano, prove-nos, que os momentos sempre serão eternos, mesmo que curta seja a trajetória de um ser. E que o significado “melhores amigos” dos cães, não sejam as demasiadas horas que passamos com eles, roubando-lhes suas qualidades “naturais” de defesa. Muito menos, explorando-os em um chato e ante convencional “método” de treinamento. Mas ao necessário e prazeroso tempo, ao que nos dispomos de verdade em estimar, cuidar e ser totalmente apaixonados. Sem que o deixemos perder suas verdadeiras qualidades, que carregam em sua bagagem genética em nome da perpetuação da espécie. 

  
               E para os cães, o que deve representar a figura chamada “adestrador”?

                           
 
       Nada mas que: "O substituto de seus donos nas horas vagas". Pois creio eu, que na ausência dos donos aos seus cães, deva o adestrador assumir de uma forma mùtua tudo que diz respeito ao amor, carinho e cuidados a esses receptivos amigos caninos. Porque afinal, nada valeria para o profissinal se ele não tivesse o essencial; A “vocação” e um grande "desejo", para resolver "pequenas" e nobres "causas", que è nada mas que; "Adequar simpàticos e imaturos cãeszinhos em seus respectivos lares! 
       Por isso que, nenhuma outra profissão é tão importante à “teoria” como a de ser professor, mesmo que para muitos se trate apenas de uma “educação canina”.

      Em fim! Infinitas são razôes que me levam a crê, que uma das melhores coisa que faço, é sem dúvida nenhuma, é treinar cães...
  Grato, Valdir Alves.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Proteção

                               
                    
                             As responsabilidades para este responsável serviço:


        Fazer um trabalho de guarda com um cão antes dos 12 meses, só se for para ativar o seu sistema de alerta, como por exemplo, quem acabara de tocar a companhia, quem serão as pessoas que farão parte do seu grupo. E quanto às demais coisas para torná-lo um cão de guarda, são feitas as seguintes recomendações: Prendê-lo a partir dos oito meses de idade, quando pessoas estranhas estiverem entrando na residência, socializá-lo na rua para testar o seu controle emocional perante as pessoas que não fazem parte do seu convívio. Lembrando que, qualquer tipo de incentivo ao cão para uma investida a pessoas estranhas, que anteceda a uma idade de doze meses, e que não esteja numa perfeita obediência básica, será não somente confuso para o jovem cão, mas também muito arriscado para seus donos.

        Ao requisitar um serviço de guarda para o seu cão, é necessário que haja uma necessidade em primeiro lugar. Depois, uma boa preparação para este que acaba de entrar em suas vidas. Necessariamente ou não, mas que carrega um instinto predominante e que se fará fiel e companheiro com todos que o tratarem bem, com exceção a estranhos. É muito importante, que o proprietário avalie o que é de prioridade máxima para uma boa guarda residencial, e que este cão, assim se mostre capacitado, através de uma avaliação do treinador e por seu particular comportamento, como também pela “peculiaridade” de sua raça ao que fora destinado {proteção}.

       No caso de ter um cão com aptidões para um serviço de guarda, cuja idade dele no momento seja jovem demais, não é indicado sobrecarregá-lo com tarefas que a idade até então não é permitida. É necessário que haja um estímulo do proprietário e do treinador, para que venha a ter um resultado dentro de um tempo conveniente e de acordo com a índole, que até no presente momento, se apresente o cão. No entanto, sobrecarregá-lo com tarefas duras demais, poderá causar um refugo por estes que o educam {proprietário ou treinador}. É preciso avaliar, atenciosamente, para que o treinador e o proprietário não estejam antecipando obrigações ao cão, cuja idade não é ainda adequada para a execução deste serviço de proteção. Já foi comprovado, em vários casos, em que os cães da raça Rottweiler, Pastor Alemão e Dobermann que atacaram pessoas, foram cães que não tiveram treinamento de “proteção territorial” ou defesa “cinopessoal” (defesa ao seu dono). Na verdade todos os cães de genética agressiva, só se tornaram perigosos, quando desenvolveram por si próprios este sistema de defesa. Principalmente, diante de relatos cujas agressões a pessoas, foram sem motivo nenhum aparente.
       No entanto, não é muito aconselhável, passarmos sensações e desejos antecipados do que queremos de um cão de guarda, ou melhor, do nosso amigo e futuro cão de guarda.

         
                       Como adquiri e treinar o nosso cão de uma forma segura: 

       É necessário, antes de tudo, que o interessado em ter um cão de guarda se identifique com uma raça específica e suas aptidões para este conveniente serviço. E que a escolha do cão ideal para esta função, seja por uma real necessidade da casa e de seus donos, não porque acham bonitinho ter um “bravo”, e ao mesmo tempo um “fiel companheiro”. Para que possa trabalhá-lo diante de razões tecnicamente justas, e não dependendo do fator “sorte”. Avaliando assim, um bom cão de guarda, não por sua direta agressividade ou por uma precoce valentia perante pessoas estranhas, e, sim, diante de um comportamento investigativo e equilibrado a estes desconhecidos. Capacitando também, cada vez mais, todos que vão se relacionar com este cão de trabalho. Principalmente, em relação às pessoas que não gostam de cachorros ou que não levam muito jeito para lidar com cães de características protetoras.

       Depois, quando já escolhida a raça e o cão para as devidas funções a que ele é destinado {proteção}. Avaliamos então, o cão, como indivíduo e as características próprias de sua natureza, e não somente pela responsabilidade que a respectiva raça carrega em sua bagagem genética. E, mesmo que a raça escolhida carregue um magnífico histórico em aptidões para o cumprimento deste serviço, poderá haver restrições para este sério aprendizado, caso haja falha de caráter comportamental para esta função tão importante. Principalmente, perante cães, de comportamento precoce em uma agressividade, sem que alguém o tenha condicionado para “atacar” ou “proteger”. Já que o comportamento “medroso”, este a “sociedade” não o condena tanto, e nem é um perigo absoluto para estes que o adotaram.

       E que o desejo de ter um cão de guarda, com um alerta vivo e aguçado, não venha a ser confundido com excessivos latidos, diante de qualquer barulho nas mediações da casa, já que esses excessivos latidos nada mais são do que incômodos aos vizinhos. Vindo, eventualmente, estes constantes alertas falsos a prejudicar ou confundir os proprietários diante de um alerta, cuja causa é verdadeiro e necessário fazê-lo. Ataque, ou uma moderada rejeição a estranhos? O que fazer, quando a necessidade de treinar um cão para “proteção”, em recinto familiar, onde o intuito do proprietário não foi exatamente adquirir um cão de proteção, que venha a agir ferozmente, de uma maneira indiscriminada. Cuja presença de estranhos, em primeira instância, não são ameaçadoras ao cão nem ao seu território?

       Há de se questionar a forma preventiva e educativa de alguns proprietários inexperientes que, só sabem distinguir os que não fazem parte do grupo de seus cães, apenas os “estranhos”, e, não os seus amigos que os visitam esporadicamente. No que é um engano pensar desta forma. Pois, o certo seria entendermos que, os bem-vindos visitantes são amigos dos proprietários, e não destes cães que foram adotados diante de peculiaridades tão engraçadas e tão gentis, porém, predominantemente, territorialistas sobre os que não fazem parte do grupo. Por isso, hierarquicamente, estas residências são destes amigos “caninos”.

       Então, discernir o que de fato queremos do nosso amigo “guardião”, é tornar justa as razôes entre cães e proprietários, e infinitamente satisfatória esta relação, mesmo que pequenas divergências possam vir a existir entre os amigos guardiões e os amigos de seus proprietários. Fazendo assim, com que o desejo em ter um cão de “guarda” por absoluto, seja definido de uma forma técnica pelo o homem, e justo para o “animal” que ele adquirira. Já que, ao treinarmos um cão para uma proteção, julgamos em primeiro lugar as “aptidões” de sua raça, depois o seu particular interesse para a devida função a que a raça é destinada.

                       Os primeiros passos para adquiri um cão de proteção:

 1}A real necessidade da casa em ter um cão de “guarda”.
 2}A mão de obra bruta na execução deste serviço {proteção}, tendo como teoria, a razâo de que muitas das vezes que, a execução deste serviço na prática,  pesa menos que as responsabilidades de mantê-los como “guardiões e fiéis companheiros”, quando já treinados.
        
        Já que este cão de gestos nobres os protegerão, não somente, diante de seu instinto “protetor”, mas, também, pelo maior dos sentimentos que há entre um homem e um cão; A “lealdade. Que podemos classificar, em meio termo, em não somente ter um “fiel companheiro”, mas também, um “destemido” “guardião” do ambiente que vive e destes que o adotam.

       Sem esquecer que, temos que dar as respectivas raças de “guarda”, o direito de falar por elas próprias suas aptidões, até então apresentadas para esta específica função {proteção}. Já que há cães de caráter protetor, mesmo não sendo ele de um grupo de cães de proteção, como também há cães de raças “protetoras”, que não servem para guardar absolutamente nada.
Direitos reservados. Valdir Alves

domingo, 15 de agosto de 2010

A filosofia de socializar-se


                                                  Integração canina 

                        
                 
Ter companhia é o primeiro passo, fazer-se valer a hora em que está junto, é o segundo passo para uma futura amizade:
    
       Podemos classificar como “socialização”, todo aquele que se dispõe a fazer novos amigos, dentro de uma necessidade pessoal. Não que o digam que deva tê-los porque é preciso, tratando-se de um convívio de humano para humano, é claro.

       É importante lembrar que, mesmo quando o homem é recomendado a fazer novos amigos, devido ao seu comportamento “tímido”, “anti-social” ou “reservado” demais, este, muitas das vezes, não o faz por questões óbvias de seu caráter pessoal. Por isso, não se considerar carente de conhecer outras pessoas, não quer dizer que não precisamos ter amigos, mais sim uma forma diferente de fazê-los, permitindo que o tempo torne os recém-chegados meros companheiros de grupo, ou quem sabe confiantes e verdadeiros amigos. 
      Pois, afinal de contas, quem disse que amigos são apenas os recém-chegados que temos a um palmo do nosso nariz. Vai, muito além, de uma conveniente e cabível aparição. É uma familiarização pessoal com o que nos deparamos, ou com o que achamos totalmente necessário na nossa vida. Cujo desejo de tê-los, vem numa forma simples, e nem sempre como algo que devemos ter a qualquer custo, numa busca incessante por pessoas “fantásticas” para nos confortarmos. 

      Então, quando falo “Integração Canina”, quero dizer basicamente: Integrá-lo socialmente, numa conduta cabível com outros cães e pessoas, tornando-o alto confiante diante de situações indesejáveis no seu cotidiano, estimulando-o e integrarndo-o aos demais cães e pessoas . Fazendo valer assim, o necessário condicionamento, para que no futuro o cão esteja apto a nos obedecer diante das mais variadas situação.
   

                        
                       
                                                  Complementação:


A foto a cima, retrata bem a realidade de alguns cães que não possuem vontade alguma de interagir com outros cães. Tanto è, que apesar dele {pastor branco} ser o real morador desta residência, e de ter como amigos de grupo uma rottweiler e um cane curso, não foi o suficiente, para tornà-lo sociàvel com os vizitantes "labrador", Rhodesian, e com a golden retriver. Deixando em total evidência a insatisfação, de que cachorro nenhum è bem vindo na sua casa. E que nem mesmo o adestardor, pode obrigà-lo a ter novos amigos, preferindo assim, assistir a aula à distância.

      Obs. O treinamento de “socialização” é livre para todas as raças, independente da idade do cão. Já que para atender e organizar a vida, tanto de um jovem cão, como a de um adulto, é necessário tratá-lo como “indivíduo” único, e não apenas pela desenvoltura de sua específica raça ou sua jovialidade para o cumprimento das tarefas impostas por seu dono e treinador. Por tanto, independente da raça, idade e situações adversas do cão, serão passadas as melhores propostas de condicioná-los melhor com os outros cães e pessoas. 

      Lembrando que, descobertos a tempo, os fatores negativos que implicam em um comportamento conveniente no dia-a-dia desses cães, ainda é a melhor maneira de mantermos estes camaradas ao nosso lado confiantemente. Compreendo-os e trabalhando-os, diante de fatores compreensíveis que o protejam. Resguardado assim, a integridade física do mesmo, dos outros cães e pessoas, principalmente em lugares públicos. E, mesmo que o cão seja filhote ou sendo ele de uma raça dócil, não quer dizer que não venha a se defender ou brigar com outros cães. Já que todo cão, independentemente da raça, é um indivíduo com características próprias de sua natureza. Natureza esta, que muitas das vezes, não é um reflexo exatamente do ambiente que ele vive ou de quem o trata ou o educa. Mas de sua herança genética, não necessariamente de seus pais e avós, mais também de seus ancestrais mais remoto. E quem o tornará, mais e mais, conveniente no ambiente que ele vive, serão os seus donos e os demais que o tratarão, dando amor e educando-o. 

      Então, fazer justiça aos respectivos proprietários desses cães de características “implicativas” (comportamentos adversos), cujo caráter “ante-social” que carregara é de sua bagagem genética do indivíduo cão, e não por estímulos ou maus tratos destes que o adotou nas melhores das intenções.  
      Valdir Alves.
Direitos resrvados.   



Adestramento básico

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                                     Basicão bom pra cachorro

        Diga-se de passagem. “Adestramento básico” é uma forma de condicionar o cão, simplificando de um jeito simples e prático, o que beneficia não só os cães alunos, mas também aqueles que são totalmente apaixonados por eles, os seus proprietários, é claro. Que, muitas vezes, buscam apenas um condicionamento para seus cães, onde o mais importante para eles seja a afetividade do adestrador, para lidar não somente com questões educacionais, mais também com todos os sentimentos que os envolvem ao adotarem um cão. 

        Tornando assim bem claro para os proprietários, as simples questões na hora de requisitar um treinador para seus cães, dando importância em primeiro lugar, a “ampla visão” do profissional. Não somente diante de suas razões técnicas como educador, mas, também, nas devidas compreensões na hora de definir sobre o “Cão aluno”, “seu dono” e o “ambiente que vive”. Expondo como adestrador, “as razôes òbvias” ao que se dispõe em cumprir como profissional, e como um verdadeiro aficionado por “cães” e pelo o que “faz”.

        Visando não somente especificar as regras comportamentais que os cães tenham que seguir de seus donos, como também, a maneira vantajosa de seus donos distinguirem o necessário aprendizado de seus cães e suas implicações. Implicações essas {comportamentos “adversos”}, Que eu classifico como o lado “harmonioso” de um convívio entre animais e seres humanos, que são elas: “As compreensivas razões” das leis de boa “convivência”. Dando assim, uma visão aos clientes e aficionados por cães, na hora de simplificar o lado prático e teórico para condicionar um cão, que até então, os proprietários leigos no assunto de “adestramento”, não compreendem, exatamente, o que possa ser dado como treinamento “básico”. 

                        
                                 E afinal, o que é treinamento de “Obediência Básica”?

                                                                                                               


        Treinamento de “Obediência Básica” é a forma prática de se trabalhar o cachorro num acordo conjunto, aonde dono e adestrador não venha sacrificar o cão em desnecessárias tarefas de trabalhos, dando como “básico”, apenas, o cumprimento das devidas tarefas que o cão deva executar para um melhor convívio familiar. E que o mesmo {cão} corresponda, dentro de uma expectativa de suas “aptidões” ou de seu particular interesse em executar o que lhe é exigido.

         Deixando bem claro que, o termo “básico”, é muito mais uma forma de darmos por encerradas as necessárias tarefas que o nosso cãozinho deverá cumprir para este feliz convívio familiar, e não que o cãozinho seja totalmente limitado nos demais aprendizados. E como os muitos outros termos que aparecem {prático, teórico e filosófico}, este {básico} é apenas uma parte sobre o que abrange este fantástico mundo de integração mutua, entre “homens”, “animais”. Aonde a complexidade maior entre as partes, não está unicamente na incompatibilidade de comunicação do cão com o homem, mas, sim, em momentos que às vezes vivem os homens “imperceptivelmente” ao lado cão, sem discernir a linguagem adequada para lidar com esses simpáticos e levados cãezinhos.   


                                   O Proprietário, o cão e suas compreensões:



                 


         Para os proprietários que queiram ter um cão sem mistério, é necessário, antes de tudo compreender que, inicialmente o que há de mais complexo entre ele e o seu cão è apenas uma pequena incompatibilidade “verbal” e o “tempo” necessário para que ambos aprovem e reprovem seus atos, principalmente diante de fatos “circunstanciais” de um comportamento imaturo de um jovem cãozinho. No entanto, é necessário tornar bem claro as regras de cuidados e de educá-lo, já que o amor do cão pelo o seu dono continuará intacto, mesmo com as devidas aplicações das regras comportamentais impostas por eles.

        Devemos lembrar. que se tornam infinitas as atenções a quem queira mais e mais ganhar, já que esta necessidade pode ser psicológica e não que o falte de verdade. Por isso, se você já o alimenta, dá carinho e atenção, já podemos dizer que este cão é um felizardo. No entanto, tornarmos infinitas as atenções aos nossos cães é tirar-lhes a natureza de seus mais variados e necessários instintos, que certamente os protegerão, não somente das adversidades da vida, mas o que herdara dos seus ancestrais, que é a caça ao alimento e sua hierarquia territorial pela lei da perpetuação.

       Sem contar que torná-lo, totalmente, dependente de sua pessoa, significa que em circunstância que tenha que viajar e hospedá-lo num canil ou até mesmo num simples atraso do trabalho para chegar à sua residência, terá que se deparar com um cão super ansioso, inquieto, triste e podendo no futuro ficar deprimido, principalmente, tratando-se de uma ausência que possa levar dias.

      Por isso, que é mais fácil treinar o cão do que o seu dono, já que este {dono}, que é chamado de racional, muitas vezes usa um natural sistema de correção {os enérgicos “não”- “feio” etc} após o comportamento negativo, ao invés do correto sistema “educacional”, preventivamente falando. Ao contrário do adestrador, que compreenderá o cão, não somente diante de seus instintos naturais, mas na aplicação de leis cujas razões nada mais são que um desejo de tê-los mais conveniente com todos que convivem ali com ele.

       Este trabalho ampliará a visão dos proprietários, em relação às ordens de comandos que serão seguidas por seus cães, comandos estes que, quase sempre, são impostos por alguns proprietários e funcionários de forma incompreensíveis, e o cão não interessado, vem a cometer diversas vezes os mesmos erros.

       É muito importante fazer com que o cão venha a compreender o aprendizado de uma maneira simples, divertida e muito prazerosa. Já que treinar um cão, não é simplesmente lhe dar um comportamento de boas maneiras, ou que pare de estragar os objetos que tanto estimamos. Mas torná-lo conveniente não só dentro do seu recinto, mais fora dele também.

        Então, compreendermos a melhor forma de cuidar e educar nossos cães é simples. Basta apenas cumprir com nossas obrigações em alimentá-los, cuidando e preservando-o de seus instintos naturais. Criando parâmetros nas razôes puramente humana, que é de ser um verdadeiro apaixonado por cães, mesmo que tenhamos que separar a “emoção” da “razão” de tê-los convenientemente nas nossas vidas. Pois, não é de agora, que o homem vem domesticando e socializando os animais a um convívio pacífico aos demais homens e suas necessidades. Tanto é que, há relatos de que há 1500 anos atrás, entre a antiga e nova idade da pedra, o homem já tinha cães, segundo os especialistas do assunto.
 Direitos reservados. Valdir Alves.

Consultoria




                                                                                                                                                                            
                                                                                                                                                                                                      
       Sejam  bem vindos! É um imenso prazer, poder dar as boas vindas aos recém chegados alunos e seus felizes e esperançosos proprietários. Abraçando não somente a causa {educação} que muito interessa a estes que adotara um cão, e a nós “adestradores”. Participando assim, de muitas histórias, cujo desejo maior em ser adestrador, não é saber apenas ensinar um cão dentro de sua praticidade, e sim, em ser também um feliz aprendiz. Que expõe aos aficionados, clientes e alunos, não apenas um método convencional de treinar e de se lidar com “cães”.  
        Mas, em descrever também, o lado harmonioso entre homens e animais, aonde comportamentos bastante peculiares diante das leis de boa convivência entre quem adotara e de que fora adotado, são derivados de muito amor, carinho, cuidados, e uma outra coisa muito importante: “Tempo” ao cão. Para uma justa familiarização com o todo, e não somente no cumprimento das devidas tarefas que muito nos interessa para doutrinar um jovem cão levado.
       Para que assim se cumpra, o resultado que tanto desejamos desses alunos caninos: um caráter “obediente”, e “feliz”. Fazendo valer é claro, a enorme presença do profissional “adestrador” na vida do cão aluno, não somente como a de um indivíduo que dita regras comportamentais. Mas sim, como a de um verdadeiro amigo que muito deseja ajudá-los. Cujo simples desejo do amigo adestrador e proprietários desses cães, nada mais é que, conviver de uma forma feliz e saudável ao que muito nos é conveniente.   


Diretos reservados; Valdir Alves.

Eu não sou cachorro não

         Aqui está um exemplo real de um proprietário, que descreve a mais realista “história” sobre o lado engraçado, trabalhoso e o feliz convívio com seu cão “Marly,” Citando é claro, o requisito ao adestrador “Valdir Alves” para educar o seu cãozinho, apenas por precauções visivelmente vista por ele e sua mulher, já que o cãozinho “Marly” era apenas um serzinho em fase de adaptação na vida dessas atenciosas pessoas que o adotaram:

                                 EU NÃO SOU CACHORRO, NÃO!

        Armênio Brandão não é o que se pode chamar de amante dos animais. Não chega a sair de casa para atropelar gatos de rua depois do jantar, nem passa suas manhãs de domingo de estilingue na mão alvejando pássaros coloridos e fofinhos. Mas não acredita que a convivência com animais domésticos faça da pessoa um ser humano mais sensível. Para isso prefere ler um livro, ver um filme ou, em caso extremo, assistir a uma peça de teatro. Sim, Armênio teria mais prazer no escuro de um teatro do que limpando o cocô de uma gaiola de papagaio. Principalmente se a sala for bem escura e seu assento bem lá no fundo, onde os atores não o ouçam roncar.


Durante toda sua vida escapou de ter de cuidar de bichos. Na infância, seu irmão mais novo se encarregava de dar milho às galinhas e recolher os ovos. No quintal de casa, um vira-lata perambulava independente, se alimentando de restos de refeições e de achados garimpados no lixo. Quando fedia muito, Luthor recebia um balde d’água de seu pai e em seguida se secava rolando no terreno. Desde que foi morar sozinho jamais teve um animal de estimação. Uma namorada passou a se aninhar no exíguo conjugado da praça da Bandeira, mas logo se livrou dela como um morador faz com o gato deixado pelo antigo inquilino. Levou-a para passear numa praia distante e a abandonou sem dinheiro para a passagem de volta.

Armênio trabalhava duro numa pequena firma de comércio exterior. Começou como Office boy, dois anos depois foi promovido a representante comercial, responsável direto pela compra das mercadorias chinesas e coreanas no Paraguai. Progrediu rápido na empresa, pois tinha um bom fôlego e conseguia atravessar a fronteira a nado com uma caixa de bugigangas amarrada nas costas, evitando assim o esquema corrupto da guarda aduaneira de ambos os países. O lucro de suas bem sucedidas operações chamou a atenção dos sócios, que lhe propuseram uma participação nos lucros da empresa. A vida sorriu para Armênio Brandão.

E não só a vida. Conceição também lhe sorriu certa vez que fora ao galpão da firma retirar as mercadorias para venda no varejo. Armênio retribuiu-lhe o sorriso. Não ligou para os comentários maldosos e preconceituosos dos colegas e acabou se envolvendo com Conceição. Qual o problema, afinal, de se ter um caso com uma moçinha que possui uma banca de camelô na Tijuca? Problema nenhum, dizia Perilo, gerente de vendas e seu melhor amigo. Acontece que o sufixo “inha” não se aplicava à Conceição, que beirava os oitenta quilos. Ela também não era dona de nada, apenas trabalhava como funcionária terceirizada da banquinha de rua, que, aliás, nem ficava na Tijuca e sim no Rio Comprido, quase embaixo do viaduto Paulo de Frontin. Mas o amor é cego e não exige nota fiscal. Armênio e Conceição se casaram e foram morar numa simpática vila do Grajaú, de fundos para os tiroteios da favela da Borda do Mato.

A falta de segurança na vizinhança convidava à reclusão. O sofá da sala era pequeno demais para o casal – Conceição sentada comportadinha ocupava os dois lugares mais uma parte do braço. O jeito era passar o tempo livre na cama mesmo, o único lugar em que a frondosa jovem ficava algumas horas sem fazer uma boquinha. Quer dizer, ela até fazia uma boquinha muito apreciada pelo marido, mas não engordava. O resultado dessa dieta foram três filhos no intervalo de trinta e cinco meses.

Quando Kelson, Kingson, e Kelly Alessandra estavam com cinco, quatro e três anos respectivamente, a família ganhou um presente peludo e sonolento. Escúbi, homenagem ao desenho animado quase homônimo. Armênio não sabia da surpresa. Ao chegar em casa, esboçou reação. Falou em devolver o presente, Kelly Alessandra abriu o berreiro, Kingson fez pirraça e não quis jantar, Kingson ameaçou denunciá-lo ao Maurinho A.R.15, chefe do tráfico da Boca do Mato. Armênio, que nunca foi admirador de saunas, não queria relaxar no micro-ondas da comunidade. A saída foi entubar e adotar Escúbi como caçula.

Armênio tentou ignorar a existência do filhote. Jurou não se envolver com o trato do bicho, deixou claro que não ia se preocupar com ração, com casinha e muito menos com cocô. E definiu que o Escúbi moraria lá fora. E foi se deitar.

Faltou combinar tudo com o cachorro, que não entendeu nada quando as luzes da casa se apagaram e ele ficou no breu do quintal. Começou a choramingar baixinho. E foi aumentando o volume para sensibilizar alguém. O sono de Conceição é tão pesado quanto a própria, ela bate na cama e logo se torna um peso morto. Armênio tentava fingir que nada ouvia. Impossível, o cãozinho gania como um porco em véspera de feijoada. Kingson se levantou e bateu na porta do casal. A contragosto Armênio tomou providência. Foi para o quintal calar o mamífero. Não do jeito que ele queria que fosse com um teco de escopeta.

- Shh! Cala boca, Escúbi! Vai acordar todo mundo.

O bicho entendeu que ele tinha saído para brincar. Pulava, lambia, se enroscava nas pernas do sujeito. Armênio então resolveu se abaixar e ficar quietinho ao lado do bicho. A estratégia funcionou. Escúbi, mais calmo, silenciou-se. O quintal ficou em paz. E ele caiu no sono. Ele, o Armênio. Passou a noite esparramada sobre os jornais velhos. Escúbi aproveitou a porta aberta e foi dormir lá dentro, no quarto do casal, mais precisamente na cama. Conceição, pela manhã, estranhou a troca, mas não chegou a achar desvantajosa. Escúbi pelo menos não ronca.

As crianças adoravam correr atrás do bichinho. A mãe estava satisfeita com Escúbi, que distraía aquelas pestes enquanto ela se dedicava aos afazeres. Armênio que ficava a maior parte do tempo na rua, só via problemas.

- Ué, todo mundo jantando bife e só eu comendo ovo? Que história é essa?

- É que o Escúbi comeu o seu bife, papai.

- O quê?! Que cachorro abusado! Será possível! Esse bicho nem é meu e eu quem fico sem comida! – Armênio se dirige ao bicho: - Escúbi, tua comida é essa aqui, entendeu! – e mostra-lhe a tigela com ração. Escúbi não se comove. – Essa que é a tua. Come, anda. Tá gostoso, hummm, que delícia, cãozinho, vem comer vem... – mexe na ração, enfia a cara na cuia para ensinar o animal, que olha de longe, desconfiado. – Vem comer, vem, Escúbi. Olha só que delícia...

Kelson interrompe a lição.

- Papai, se o senhor tá gostando tanto, por que o Escúbi não pode ficar com o seu bife?

Armênio percebeu que estava perdendo a autoridade no lar.

Os móveis roídos, a despesa com vacina, ração e veterinário, o latido esganiçado estavam levando o sujeito ao desatino. Mas nada se comparava à cocozada espalhada por todo canto. A divisão de bens era evidente: os 8filhos eram os donos do cachorro e ele era o dono dos cocôs do Escúbi.

Foi quando Armênio mandou a Conceição contratar um adestrador. Era a única solução. Alguém tem que educar o bicho. Levou um susto ao saber o preço as aulas.

- Tudo isso? Pra ensinar um cachorro? E o que esse bicho vai aprender? Latir em inglês?

- Ô meu amor, não fica nervoso. – contemporizava Conceição. – É que o Valdir é o melhor adestrador que tem por aqui. E nem é tão caro assim, vai.

- Olha Conceição, eu pago até um pouco mais que isso. Mas esse Valdir tem que ensinar esse bicho a lavar e passar pra fora. Assim ele ajuda nas despesas da casa.

O adestrador foi mantido e o comportamento do cãozinho mudou. Passou a fazer as necessidades no lugar certo, parou de comer o bife do Armênio, não roeu mais os móveis, nem entrou mais em casa. Sentava, deitava, dava a patinha. Ficou um encanto e nem assim conquistou a simpatia do pai.

A família decidiu que quem deveria ser adestrado era o Armênio. Semana que vem Valdir começa a dar uns passeios com ele.Hélio de La Peña. Direitos reservados.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Método de trabalho:



O meu método de treinamento é dito e feito, em partes:


         Em primeiro lugar, viso à compreensão ao cão, diante das circunstâncias naturais de um comportamento imaturo de um filhote, e as implicações perante o ambiente que ele vive, como também, numa discreta observação ao emocional de cada uma dessas pessoas (donos e funcionários), que o tratará. Observação esta, tanto ao cão, como aos demais responsáveis da casa, como apenas, indivíduos cúmplices de momentos de felicidade e de integração mútua entre quem adotara e quem fora adotado. Instruindo proprietários e os demais responsáveis, a não confundirem a imensa festividade de um cão filhote, como unicamente um “desastrado” e “desobediente” cão, mas sim, como um momento único na vida de quem vive a brincar e a nos receber sempre de forma cordial e pra lá de alegre.

         Então, procuro entender melhor o aluno, diante dos erros mais simples, freiando-o {cão}, aos pouquinhos, para que no futuro ele não interprete unicamente que só nos desagrada, mas o quanto nos agrada também. Procuro, não somente, o bom resultado do cumprimento das tarefas que lhe serão exigidas, mas que este o cumpra de forma objetiva e um tanto feliz como indivíduo {aluno}. Condicionando-o, não somente, dentro do senso de um educador “canino”, mas diante das compreensivas razões ao que me dispus, prazerosamente a “’compreender”, “cuidar” e ser totalmente “apaixonado”. Fazendo assim, com que o aprendizado do aluno seja sempre de uma forma satisfatória, para que ele ao ser conduzido na guia, deseje estar preso por vontade. E que ao ser livre, não venha nos decepcionar em desastrosas corridas que, muitas vezes, põe, não só em risco a integridade física das pessoas, como a própria também.


   
                                                                                                                                                              
         Eu treino sempre o cão, prevendo suas aptidões perante o que se propaga à função de sua raça, o indivíduo “aluno” e seu particular interesse pelo trabalho, independente da raça que ele seja. Analiso as propostas dos proprietários, diante das tarefas que eles desejem que o seu cão venha a cumprir. Caso a proposta do proprietário seja boa, porém, tecnicamente injusta às exigências diante do cão que ele tenha adquirido, e que consequentemente, o torna insatisfeito diante dos maus comportamentos e de uma excitabilidade alta do cão que ele acabara adotar. Entenderemos o comportamento deste levado cão, não somente como um indivíduo “desobediente”, mas como um animal “hipper ativo”. Obrigando-me então, a julgá-lo, não apenas como um cão “arredio” e sem “educação”, mas, como um sedentário “atleta” que precisa expandir-se ao todo {treino, corridas, socialização em diferentes lugares, cães e pessoas}



. Direitos reservados: Valdir Alves

O Blog e seu objetivo:

      

        Prezados amigos: Esta página sobre “adestramento” foi escrita e analisada por mim mesmo, através de uma formação de base, que começou no ano de 1985, como tratador. Que é um excelente resultado hoje, não somente na minha praticidade em “lidar” e “treinar” cães, mas sim, numa delicada observação a esses fantásticos amigos caninos, que muitas vezes, não nos tornamos experientes em condicioná-los manualmente. Mas sim, em perceptíveis razôes ao que somos levados impulsivamente, quando somos exatamente, um verdadeiro “aficionado” por cães e pelo o que fazemos profissionalmente.

       Então, criei esta página sobre a profissão de “adestrador”, cujas finalidades de domesticar um cão são as mais diversas. No que muitas vezes, equivocadamente é interpretada por algumas pessoas, que vêem esta profissão apenas como um meio alternativo e rentável de se trabalhar e viver. Sem se darem conta que o principal item para obter “sucesso” como “adestrador”, é o verdadeiro vínculo afetivo entre o “homem” e o “animal”. Depois, um bom discernimento do profissional “adestrador” para lidar com as necessidades da parte de quem muito deseja treinar seu cãozinho de estimação, aonde grandes momentos de felicidade, se baseiam em simples coisas.                    

      Aproveitando o momento oportuno, para responder também as diversas perguntas que me fazem sempre, não somente sobre a minha técnica de adestrar cães, mas como tudo começou, qual é o meu método de trabalho, se é preciso bater no cachorro para que ele aprenda a obedecer e se um cachorro adulto pode ser treinado ou reeducado. Enfim, infinitas perguntas que eu responderia ou não, pois, muitos são os fatores que implicam neste conveniente, divertido, responsável e tão necessário para nós, que é ter um cão, treiná-lo e compreendê-lo. 
      Dando fundamentos às principais questões comportamentais entre cães e seus proprietários, simplificando os comportamentos de jovens cãezinhos levados, apenas como “inexperiência” e “carências naturais”, comum na fase circunstancial na vida de todo o jovem cão. Cuja falta de “obediência” e socialização nos devidos ambientes e situações juntalmente aos demais cães, resulta simplesmente, numa enorme dúvida, a permanência nos lares em que fora adotados um dia nas melhores das intenções. 

       Deixando de lado, a idéia de que para se treinar um cão, valha unicamente o vínculo empregatício. Para que clientes e aficionados por cães, possam contar sempre com profissionais, que façam desta profissão, não só um trabalho que se deva levar a sério por final o lado financeiro, deixando o lucro, somente como uma conseqüência normal ao que nos dispomos de verdade. Tornando esta profissão, mais justa, lidando e educando um cão e fazendo-se valer, em primeiro lugar, o verdadeiro vínculo afetivo entre um homem e um animal, depois sim, entra em sena o “professor” e o “aluno” canino. Já que para se treinar cães, precisamos conviver com eles de uma forma mútua, para aprendermos não somente a praticidade em lidar com um animal de estimação, mas também, com tudo que envolvem sentimentalmente estes que o adotaram. Principalmente quando o requisito para ser “adestrador”, não é necessário possuir apenas um bom senso de educador ou um particular instinto de liderança. Tem que ser um conveniente líder e um apaixonado por cães, pelo o que faz e pelo o que se deseja mais: “Que é tornar este convívio entre donos e cães não só prazeroso, mas para aprendermos juntos a conviver mais e melhor com o diferente”. 

       Trazendo à tona é claro, os mais elevados sentimentos e necessidades propriamente “humanas” de interagir com algo (cão), que jamais poderá nos questionar por motivos tão “banais”. Expondo para um variado público, não apenas o que faço na prática como “adestrador”, mas o que muito me deixa lisonjeado como pessoa, que é descrever o que abrange os fundamentos de uma satisfatória profissão, conhecendo cachorros, pessoas, vivendo e contando as mais belas histórias de um verdadeiro “amor” ao que faço. Desejando através desse “site”, a minha enorme gratidão aos que colaboraram para que isso fosse realizado, cujos responsáveis proprietários e veterinários desses cães, que os tornam bonitos e saudáveis. 
       E que a “alegria” e os “anseios” ao ter um cão de “estima”, não sejam somente em alimentá-lo, mas também, compreendendo-o, e cobrando-o em serviços, que é nada mais que adequá-lo para uma agradável relação com estes que os adotou. Especificando assim, de uma forma didática os proprietários precisam, mesmo que pequenas divergências possam vir a acontecer entre as partes. Agradecendo é claro, aos bons conselhos, que tive dos antigos profissionais que conheci, nos quais classifico como verdadeiros conhecedores de “treinamento de obediência básica e comportamental” para cães de guarda e companhia, cuja frase inesquecível de um desses amigos foi a seguinte: "Para ser adestrador, tem que ter a persistência de um burro". “Tentar, tentar e tentar”. Tentativa essa, que é, não apenas tornar o convívio agradável entre cães e proprietários, mas sim, em ser um feliz aprendiz das mais belas “histórias” que “proprietários” e seus “cães” me proporcionam em descrevê-los. Não apenas como “proprietários” e “cães alunos”, mas como verdadeiros “amigos” que me proporcionam a continuar fazendo o que mas gosto: "Lidar e treinar cães".

      Principalmente quando se trata do canino “Brendo” e “família”, que me ajudaram a expor este trabalho, tão didático aos aficionados por cães e aos que gostam de boas histórias. Em que homenageio cães e proprietários, como os verdadeiros culpados pelas minhas inspirações em tudo que descrevi. Na qual, fico bastante lisonjeado (sentimental dog), em poder decifrar tão claramente a “razão” e a “emoção” de ter um cão, “treiná-lo” e “compreendê-lo”.
      Mostrando que os encontros nunca serão casuais, quando nos é necessário merecer verdadeiros anjinhos nas nossas vidas, como, por exemplo, a “Ilquinha”, “Ana” e seus queridos “pais.” 
Direitos resrvados: Valdir Alves

O profissional:


 

       Tudo começou no ano de 1985 como “tratador”, cuja minha idade era de apenas doze anos. Depois como “handler” {apresentador de cães para exposição}, tanto nas residências fixas de proprietários expositores, como também, em canis especializados. E, definitivamente, vindo mesmo a me interessar no ano de1990 pelo treinamento de “obediência básica” em recinto “familiar”, juntamente com o serviço de “proteção”, ao qual faço restrições a certos cães e proprietários, caso ambos não estejam preparados para estes fins {proteção territorial}. Cuja mão de obra bruta em executá-lo na prática, pesa menos que as responsabilidades de mantê-los como “guardiões” e fiéis companheiros após serem treinados, dependendo, é claro, do cão, dono e o método de trabalho do profissional. 

       E o que mais me encantou, ao treinar o primeiro cão para um comportamento de obediência básica, não foi simplesmente o fato deu possuir um bom discernimento para ser um bom condutor de cães, diante das diferentes raças, tipos e comportamentos desses “levados”, “arredios” e engraçados amigos caninos. Mas por uma necessidade de fazer valer o meu dom, na forma de lidar com alguém, que não necessitaria usar a força, já que eu tinha apenas quinze anos e era muito magrinho perantes os enormes e valentes "filas brasileiros". Então, só me restavam três coisas fundamentais para ser um “adestrador” e “comportamentalista” canino: 

1} O poder da conquista para lidar com este {cão} e com o que haveria de mais complexo entre eu e ele, que seria unicamente a incompatibilidade de comunicação inicialmente, é claro. 
2} O meu discernimento para lidar com as exigências dos proprietários aos seus cães, através de base e fundamento perante as exigências nas devidas tarefas que o cão terá que  executar mais pra frente. 
3} Que era fazer valer, sempre, a minha predominância sobre o cão, mas sem arrogância, sem conduta de superioridade, apenas como um conveniente líder.

      Então, “lisonjeio” é a palavra certa para definir a satisfação, a felicidade e o prazer de trabalhar hoje, fazendo o que comecei brincando quando eu era apenas uma criança. Cuja real necessidade financeira que tivera eu naquele tempo, não era maior que a minha felicidade em interagir com os camaradas e valentes filas Brasileiros do antigo canil “vale da Helicônias”. Pois afinal, tudo começou nas esporádicas visitas que fiz neste canil de forma gratuita {sem fins lucrativos na lida aos cães}, aonde passeava, tratava e gratuitamente, muito eu aprendia também. 
         
      Por tanto, mais do que justo dividir hoje a imensa felicidade de ser “adestrador”, com estes que me proporcionaram este início de conhecimentos sobre cães, cuja passagem que tive por este canil, conheci o responsável “cinófilo” e proprietário. Que por sinal muito me inspirei em descrever hoje, não apenas uma praticidade do que faço como treinador de cães, mas também, toda uma filosofia sobre esse “universo” canino. Tornando assim justa as razôes, para falar dos quais me inspiro como pessoa e como profissional, já que este grande cinófilo, não vivia financeiramente da venda de seus cães Fila Brasileiro, mas sim, por seu enorme prazer em aprimorar seu plantel. Que por sinal, venho eu hoje citar neste quadro a campioníssima “Formosa” do “Corumbá”, {filha do “Orixá” do “Kirongozi” x “Cabocla”}, preta azeviche. Devolvendo assim, toda gratidão, por terem sido para mim no ano de 1986, uma das maiores “inspirações”, quando se trata de:  “Criar”, “cuidar”, “aprimorar” e ser um verdadeiro “aficionado” por cães e pelo que faz. 

  Grato; Valdir Alves.          
                
                                

Quem somos:



      “Bem Vindo Mundo Cão” é um blog, que mostra de uma forma ampla a relação de um profissional do ramo de “adestramento”. Que tem como principal objetivo, divulgar um conteúdo prático, teórico e toda uma “filosofia”, criando parâmetros entre a “razão”, “emoção” e o estado “saudável” {exercício físico} dos cães. Formando assim, uma perfeita união na específica prestação de serviço, unindo adestramento, a filosofia em relação ao que abrange os “indivíduos” participantes {treinador, aluno e proprietários}, e o bom estado saudável dos cães.

       Mostrando de forma clara, a necessidade de se ter um animal de estimação sem nos distanciar, é claro, da razão e do desejo em tê-los convenientemente em nossos lares. Compreendendo assim, o infinito amor e carinho que é passado para estes cães, por estes que os adotaram não apenas como meros cãezinhos de “estimação”, e sim, como seus melhores amigos. 
           
       Divulgando para os proprietários e aficionados por cães, uma forma simples e objetiva, não todo o mecanismo para se treinar um cão, apenas, fazer valer toda a compreensão ao que abrange este fantástico mundo canino, e todo nosso envolvimento. Cujos elogios dos amigos proprietários a minha pessoa {Valdir Alves}, se baseiam apenas, na minha forma observadora que adquirira nos canis especializados em que trabalhei, com as raças “Fila brasileiro”, “Rottweiler”, “Whippt”, “Basset”, “Borzói”. Que tanto me renderam experiência em treinar cães em recinto familiar, como também, no meu enorme prazer em ter conhecido pessoas “fantásticas” {proprietários}, que muito me ajudou em um trabalho conjunto. Cujos relatos simples ou complexos de alguns proprietários em relação a seus cães, foram bastante contundentes, para que eu definisse o “processo” de adestramento em duas questões fundamentais:

1} Objetividade do proprietário em relação ao específico e necessário aprendizado do animal. Compreendendo o particular interesse do cão pelo trabalho que lhe é exigido, e não apenas por suas supostas “aptidões” de sua raça como cão de trabalho, etc.
2} E como dever principal do profissional, treinar o cão com base e fundamento diante das várias necessidades de seus proprietários. Expondo, as questões fundamentais para um agradável convívio familiar. Que é “treinar” e “adequar” cães, em uma conduta “obediente”, “pacífica” e “controlável”. Já que ser adestrador hoje, é necessário expor de uma forma clara todo o processo ao que abrange esta satisfatória
profissão. Para que possamos classificar o “adestrador” por absoluto, como um “conselheiro para assuntos comportamentais caninos”, e, um comprometido e feliz " substituto do dono do cão nas horas vagas, quando o mesmo {dono} não se encontra!
                                                                                                                                                 
 Direitos reservados.  Valdir Alves.