quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Proteção
As responsabilidades para este responsável serviço:
Fazer um trabalho de guarda com um cão antes dos 12 meses, só se for para ativar o seu sistema de alerta, como por exemplo, quem acabara de tocar a companhia, quem serão as pessoas que farão parte do seu grupo. E quanto às demais coisas para torná-lo um cão de guarda, são feitas as seguintes recomendações: Prendê-lo a partir dos oito meses de idade, quando pessoas estranhas estiverem entrando na residência, socializá-lo na rua para testar o seu controle emocional perante as pessoas que não fazem parte do seu convívio. Lembrando que, qualquer tipo de incentivo ao cão para uma investida a pessoas estranhas, que anteceda a uma idade de doze meses, e que não esteja numa perfeita obediência básica, será não somente confuso para o jovem cão, mas também muito arriscado para seus donos.
Ao requisitar um serviço de guarda para o seu cão, é necessário que haja uma necessidade em primeiro lugar. Depois, uma boa preparação para este que acaba de entrar em suas vidas. Necessariamente ou não, mas que carrega um instinto predominante e que se fará fiel e companheiro com todos que o tratarem bem, com exceção a estranhos. É muito importante, que o proprietário avalie o que é de prioridade máxima para uma boa guarda residencial, e que este cão, assim se mostre capacitado, através de uma avaliação do treinador e por seu particular comportamento, como também pela “peculiaridade” de sua raça ao que fora destinado {proteção}.
No caso de ter um cão com aptidões para um serviço de guarda, cuja idade dele no momento seja jovem demais, não é indicado sobrecarregá-lo com tarefas que a idade até então não é permitida. É necessário que haja um estímulo do proprietário e do treinador, para que venha a ter um resultado dentro de um tempo conveniente e de acordo com a índole, que até no presente momento, se apresente o cão. No entanto, sobrecarregá-lo com tarefas duras demais, poderá causar um refugo por estes que o educam {proprietário ou treinador}. É preciso avaliar, atenciosamente, para que o treinador e o proprietário não estejam antecipando obrigações ao cão, cuja idade não é ainda adequada para a execução deste serviço de proteção. Já foi comprovado, em vários casos, em que os cães da raça Rottweiler, Pastor Alemão e Dobermann que atacaram pessoas, foram cães que não tiveram treinamento de “proteção territorial” ou defesa “cinopessoal” (defesa ao seu dono). Na verdade todos os cães de genética agressiva, só se tornaram perigosos, quando desenvolveram por si próprios este sistema de defesa. Principalmente, diante de relatos cujas agressões a pessoas, foram sem motivo nenhum aparente.
No entanto, não é muito aconselhável, passarmos sensações e desejos antecipados do que queremos de um cão de guarda, ou melhor, do nosso amigo e futuro cão de guarda.
Como adquiri e treinar o nosso cão de uma forma segura:
É necessário, antes de tudo, que o interessado em ter um cão de guarda se identifique com uma raça específica e suas aptidões para este conveniente serviço. E que a escolha do cão ideal para esta função, seja por uma real necessidade da casa e de seus donos, não porque acham bonitinho ter um “bravo”, e ao mesmo tempo um “fiel companheiro”. Para que possa trabalhá-lo diante de razões tecnicamente justas, e não dependendo do fator “sorte”. Avaliando assim, um bom cão de guarda, não por sua direta agressividade ou por uma precoce valentia perante pessoas estranhas, e, sim, diante de um comportamento investigativo e equilibrado a estes desconhecidos. Capacitando também, cada vez mais, todos que vão se relacionar com este cão de trabalho. Principalmente, em relação às pessoas que não gostam de cachorros ou que não levam muito jeito para lidar com cães de características protetoras.
Depois, quando já escolhida a raça e o cão para as devidas funções a que ele é destinado {proteção}. Avaliamos então, o cão, como indivíduo e as características próprias de sua natureza, e não somente pela responsabilidade que a respectiva raça carrega em sua bagagem genética. E, mesmo que a raça escolhida carregue um magnífico histórico em aptidões para o cumprimento deste serviço, poderá haver restrições para este sério aprendizado, caso haja falha de caráter comportamental para esta função tão importante. Principalmente, perante cães, de comportamento precoce em uma agressividade, sem que alguém o tenha condicionado para “atacar” ou “proteger”. Já que o comportamento “medroso”, este a “sociedade” não o condena tanto, e nem é um perigo absoluto para estes que o adotaram.
E que o desejo de ter um cão de guarda, com um alerta vivo e aguçado, não venha a ser confundido com excessivos latidos, diante de qualquer barulho nas mediações da casa, já que esses excessivos latidos nada mais são do que incômodos aos vizinhos. Vindo, eventualmente, estes constantes alertas falsos a prejudicar ou confundir os proprietários diante de um alerta, cuja causa é verdadeiro e necessário fazê-lo. Ataque, ou uma moderada rejeição a estranhos? O que fazer, quando a necessidade de treinar um cão para “proteção”, em recinto familiar, onde o intuito do proprietário não foi exatamente adquirir um cão de proteção, que venha a agir ferozmente, de uma maneira indiscriminada. Cuja presença de estranhos, em primeira instância, não são ameaçadoras ao cão nem ao seu território?
Há de se questionar a forma preventiva e educativa de alguns proprietários inexperientes que, só sabem distinguir os que não fazem parte do grupo de seus cães, apenas os “estranhos”, e, não os seus amigos que os visitam esporadicamente. No que é um engano pensar desta forma. Pois, o certo seria entendermos que, os bem-vindos visitantes são amigos dos proprietários, e não destes cães que foram adotados diante de peculiaridades tão engraçadas e tão gentis, porém, predominantemente, territorialistas sobre os que não fazem parte do grupo. Por isso, hierarquicamente, estas residências são destes amigos “caninos”.
Então, discernir o que de fato queremos do nosso amigo “guardião”, é tornar justa as razôes entre cães e proprietários, e infinitamente satisfatória esta relação, mesmo que pequenas divergências possam vir a existir entre os amigos guardiões e os amigos de seus proprietários. Fazendo assim, com que o desejo em ter um cão de “guarda” por absoluto, seja definido de uma forma técnica pelo o homem, e justo para o “animal” que ele adquirira. Já que, ao treinarmos um cão para uma proteção, julgamos em primeiro lugar as “aptidões” de sua raça, depois o seu particular interesse para a devida função a que a raça é destinada.
Os primeiros passos para adquiri um cão de proteção:
1}A real necessidade da casa em ter um cão de “guarda”.
2}A mão de obra bruta na execução deste serviço {proteção}, tendo como teoria, a razâo de que muitas das vezes que, a execução deste serviço na prática, pesa menos que as responsabilidades de mantê-los como “guardiões e fiéis companheiros”, quando já treinados.
Já que este cão de gestos nobres os protegerão, não somente, diante de seu instinto “protetor”, mas, também, pelo maior dos sentimentos que há entre um homem e um cão; A “lealdade. Que podemos classificar, em meio termo, em não somente ter um “fiel companheiro”, mas também, um “destemido” “guardião” do ambiente que vive e destes que o adotam.
Sem esquecer que, temos que dar as respectivas raças de “guarda”, o direito de falar por elas próprias suas aptidões, até então apresentadas para esta específica função {proteção}. Já que há cães de caráter protetor, mesmo não sendo ele de um grupo de cães de proteção, como também há cães de raças “protetoras”, que não servem para guardar absolutamente nada.
Direitos reservados. Valdir Alves
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