O meu método de treinamento é dito e feito, em partes:
Em primeiro lugar, viso à compreensão ao cão, diante das circunstâncias naturais de um comportamento imaturo de um filhote, e as implicações perante o ambiente que ele vive, como também, numa discreta observação ao emocional de cada uma dessas pessoas (donos e funcionários), que o tratará. Observação esta, tanto ao cão, como aos demais responsáveis da casa, como apenas, indivíduos cúmplices de momentos de felicidade e de integração mútua entre quem adotara e quem fora adotado. Instruindo proprietários e os demais responsáveis, a não confundirem a imensa festividade de um cão filhote, como unicamente um “desastrado” e “desobediente” cão, mas sim, como um momento único na vida de quem vive a brincar e a nos receber sempre de forma cordial e pra lá de alegre.
Então, procuro entender melhor o aluno, diante dos erros mais simples, freiando-o {cão}, aos pouquinhos, para que no futuro ele não interprete unicamente que só nos desagrada, mas o quanto nos agrada também. Procuro, não somente, o bom resultado do cumprimento das tarefas que lhe serão exigidas, mas que este o cumpra de forma objetiva e um tanto feliz como indivíduo {aluno}. Condicionando-o, não somente, dentro do senso de um educador “canino”, mas diante das compreensivas razões ao que me dispus, prazerosamente a “’compreender”, “cuidar” e ser totalmente “apaixonado”. Fazendo assim, com que o aprendizado do aluno seja sempre de uma forma satisfatória, para que ele ao ser conduzido na guia, deseje estar preso por vontade. E que ao ser livre, não venha nos decepcionar em desastrosas corridas que, muitas vezes, põe, não só em risco a integridade física das pessoas, como a própria também.
Eu treino sempre o cão, prevendo suas aptidões perante o que se propaga à função de sua raça, o indivíduo “aluno” e seu particular interesse pelo trabalho, independente da raça que ele seja. Analiso as propostas dos proprietários, diante das tarefas que eles desejem que o seu cão venha a cumprir. Caso a proposta do proprietário seja boa, porém, tecnicamente injusta às exigências diante do cão que ele tenha adquirido, e que consequentemente, o torna insatisfeito diante dos maus comportamentos e de uma excitabilidade alta do cão que ele acabara adotar. Entenderemos o comportamento deste levado cão, não somente como um indivíduo “desobediente”, mas como um animal “hipper ativo”. Obrigando-me então, a julgá-lo, não apenas como um cão “arredio” e sem “educação”, mas, como um sedentário “atleta” que precisa expandir-se ao todo {treino, corridas, socialização em diferentes lugares, cães e pessoas}
. Direitos reservados: Valdir Alves


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