terça-feira, 10 de agosto de 2010

O Blog e seu objetivo:

      

        Prezados amigos: Esta página sobre “adestramento” foi escrita e analisada por mim mesmo, através de uma formação de base, que começou no ano de 1985, como tratador. Que é um excelente resultado hoje, não somente na minha praticidade em “lidar” e “treinar” cães, mas sim, numa delicada observação a esses fantásticos amigos caninos, que muitas vezes, não nos tornamos experientes em condicioná-los manualmente. Mas sim, em perceptíveis razôes ao que somos levados impulsivamente, quando somos exatamente, um verdadeiro “aficionado” por cães e pelo o que fazemos profissionalmente.

       Então, criei esta página sobre a profissão de “adestrador”, cujas finalidades de domesticar um cão são as mais diversas. No que muitas vezes, equivocadamente é interpretada por algumas pessoas, que vêem esta profissão apenas como um meio alternativo e rentável de se trabalhar e viver. Sem se darem conta que o principal item para obter “sucesso” como “adestrador”, é o verdadeiro vínculo afetivo entre o “homem” e o “animal”. Depois, um bom discernimento do profissional “adestrador” para lidar com as necessidades da parte de quem muito deseja treinar seu cãozinho de estimação, aonde grandes momentos de felicidade, se baseiam em simples coisas.                    

      Aproveitando o momento oportuno, para responder também as diversas perguntas que me fazem sempre, não somente sobre a minha técnica de adestrar cães, mas como tudo começou, qual é o meu método de trabalho, se é preciso bater no cachorro para que ele aprenda a obedecer e se um cachorro adulto pode ser treinado ou reeducado. Enfim, infinitas perguntas que eu responderia ou não, pois, muitos são os fatores que implicam neste conveniente, divertido, responsável e tão necessário para nós, que é ter um cão, treiná-lo e compreendê-lo. 
      Dando fundamentos às principais questões comportamentais entre cães e seus proprietários, simplificando os comportamentos de jovens cãezinhos levados, apenas como “inexperiência” e “carências naturais”, comum na fase circunstancial na vida de todo o jovem cão. Cuja falta de “obediência” e socialização nos devidos ambientes e situações juntalmente aos demais cães, resulta simplesmente, numa enorme dúvida, a permanência nos lares em que fora adotados um dia nas melhores das intenções. 

       Deixando de lado, a idéia de que para se treinar um cão, valha unicamente o vínculo empregatício. Para que clientes e aficionados por cães, possam contar sempre com profissionais, que façam desta profissão, não só um trabalho que se deva levar a sério por final o lado financeiro, deixando o lucro, somente como uma conseqüência normal ao que nos dispomos de verdade. Tornando esta profissão, mais justa, lidando e educando um cão e fazendo-se valer, em primeiro lugar, o verdadeiro vínculo afetivo entre um homem e um animal, depois sim, entra em sena o “professor” e o “aluno” canino. Já que para se treinar cães, precisamos conviver com eles de uma forma mútua, para aprendermos não somente a praticidade em lidar com um animal de estimação, mas também, com tudo que envolvem sentimentalmente estes que o adotaram. Principalmente quando o requisito para ser “adestrador”, não é necessário possuir apenas um bom senso de educador ou um particular instinto de liderança. Tem que ser um conveniente líder e um apaixonado por cães, pelo o que faz e pelo o que se deseja mais: “Que é tornar este convívio entre donos e cães não só prazeroso, mas para aprendermos juntos a conviver mais e melhor com o diferente”. 

       Trazendo à tona é claro, os mais elevados sentimentos e necessidades propriamente “humanas” de interagir com algo (cão), que jamais poderá nos questionar por motivos tão “banais”. Expondo para um variado público, não apenas o que faço na prática como “adestrador”, mas o que muito me deixa lisonjeado como pessoa, que é descrever o que abrange os fundamentos de uma satisfatória profissão, conhecendo cachorros, pessoas, vivendo e contando as mais belas histórias de um verdadeiro “amor” ao que faço. Desejando através desse “site”, a minha enorme gratidão aos que colaboraram para que isso fosse realizado, cujos responsáveis proprietários e veterinários desses cães, que os tornam bonitos e saudáveis. 
       E que a “alegria” e os “anseios” ao ter um cão de “estima”, não sejam somente em alimentá-lo, mas também, compreendendo-o, e cobrando-o em serviços, que é nada mais que adequá-lo para uma agradável relação com estes que os adotou. Especificando assim, de uma forma didática os proprietários precisam, mesmo que pequenas divergências possam vir a acontecer entre as partes. Agradecendo é claro, aos bons conselhos, que tive dos antigos profissionais que conheci, nos quais classifico como verdadeiros conhecedores de “treinamento de obediência básica e comportamental” para cães de guarda e companhia, cuja frase inesquecível de um desses amigos foi a seguinte: "Para ser adestrador, tem que ter a persistência de um burro". “Tentar, tentar e tentar”. Tentativa essa, que é, não apenas tornar o convívio agradável entre cães e proprietários, mas sim, em ser um feliz aprendiz das mais belas “histórias” que “proprietários” e seus “cães” me proporcionam em descrevê-los. Não apenas como “proprietários” e “cães alunos”, mas como verdadeiros “amigos” que me proporcionam a continuar fazendo o que mas gosto: "Lidar e treinar cães".

      Principalmente quando se trata do canino “Brendo” e “família”, que me ajudaram a expor este trabalho, tão didático aos aficionados por cães e aos que gostam de boas histórias. Em que homenageio cães e proprietários, como os verdadeiros culpados pelas minhas inspirações em tudo que descrevi. Na qual, fico bastante lisonjeado (sentimental dog), em poder decifrar tão claramente a “razão” e a “emoção” de ter um cão, “treiná-lo” e “compreendê-lo”.
      Mostrando que os encontros nunca serão casuais, quando nos é necessário merecer verdadeiros anjinhos nas nossas vidas, como, por exemplo, a “Ilquinha”, “Ana” e seus queridos “pais.” 
Direitos resrvados: Valdir Alves

Nenhum comentário:

Postar um comentário