Tudo começou no ano de 1985 como “tratador”, cuja minha idade era de apenas doze anos. Depois como “handler” {apresentador de cães para exposição}, tanto nas residências fixas de proprietários expositores, como também, em canis especializados. E, definitivamente, vindo mesmo a me interessar no ano de1990 pelo treinamento de “obediência básica” em recinto “familiar”, juntamente com o serviço de “proteção”, ao qual faço restrições a certos cães e proprietários, caso ambos não estejam preparados para estes fins {proteção territorial}. Cuja mão de obra bruta em executá-lo na prática, pesa menos que as responsabilidades de mantê-los como “guardiões” e fiéis companheiros após serem treinados, dependendo, é claro, do cão, dono e o método de trabalho do profissional.
E o que mais me encantou, ao treinar o primeiro cão para um comportamento de obediência básica, não foi simplesmente o fato deu possuir um bom discernimento para ser um bom condutor de cães, diante das diferentes raças, tipos e comportamentos desses “levados”, “arredios” e engraçados amigos caninos. Mas por uma necessidade de fazer valer o meu dom, na forma de lidar com alguém, que não necessitaria usar a força, já que eu tinha apenas quinze anos e era muito magrinho perantes os enormes e valentes "filas brasileiros". Então, só me restavam três coisas fundamentais para ser um “adestrador” e “comportamentalista” canino:
1} O poder da conquista para lidar com este {cão} e com o que haveria de mais complexo entre eu e ele, que seria unicamente a incompatibilidade de comunicação inicialmente, é claro.
2} O meu discernimento para lidar com as exigências dos proprietários aos seus cães, através de base e fundamento perante as exigências nas devidas tarefas que o cão terá que executar mais pra frente.
3} Que era fazer valer, sempre, a minha predominância sobre o cão, mas sem arrogância, sem conduta de superioridade, apenas como um conveniente líder.
Então, “lisonjeio” é a palavra certa para definir a satisfação, a felicidade e o prazer de trabalhar hoje, fazendo o que comecei brincando quando eu era apenas uma criança. Cuja real necessidade financeira que tivera eu naquele tempo, não era maior que a minha felicidade em interagir com os camaradas e valentes filas Brasileiros do antigo canil “vale da Helicônias”. Pois afinal, tudo começou nas esporádicas visitas que fiz neste canil de forma gratuita {sem fins lucrativos na lida aos cães}, aonde passeava, tratava e gratuitamente, muito eu aprendia também.
Por tanto, mais do que justo dividir hoje a imensa felicidade de ser “adestrador”, com estes que me proporcionaram este início de conhecimentos sobre cães, cuja passagem que tive por este canil, conheci o responsável “cinófilo” e proprietário. Que por sinal muito me inspirei em descrever hoje, não apenas uma praticidade do que faço como treinador de cães, mas também, toda uma filosofia sobre esse “universo” canino. Tornando assim justa as razôes, para falar dos quais me inspiro como pessoa e como profissional, já que este grande cinófilo, não vivia financeiramente da venda de seus cães Fila Brasileiro, mas sim, por seu enorme prazer em aprimorar seu plantel. Que por sinal, venho eu hoje citar neste quadro a campioníssima “Formosa” do “Corumbá”, {filha do “Orixá” do “Kirongozi” x “Cabocla”}, preta azeviche. Devolvendo assim, toda gratidão, por terem sido para mim no ano de 1986, uma das maiores “inspirações”, quando se trata de: “Criar”, “cuidar”, “aprimorar” e ser um verdadeiro “aficionado” por cães e pelo que faz.
Grato; Valdir Alves.
Por tanto, mais do que justo dividir hoje a imensa felicidade de ser “adestrador”, com estes que me proporcionaram este início de conhecimentos sobre cães, cuja passagem que tive por este canil, conheci o responsável “cinófilo” e proprietário. Que por sinal muito me inspirei em descrever hoje, não apenas uma praticidade do que faço como treinador de cães, mas também, toda uma filosofia sobre esse “universo” canino. Tornando assim justa as razôes, para falar dos quais me inspiro como pessoa e como profissional, já que este grande cinófilo, não vivia financeiramente da venda de seus cães Fila Brasileiro, mas sim, por seu enorme prazer em aprimorar seu plantel. Que por sinal, venho eu hoje citar neste quadro a campioníssima “Formosa” do “Corumbá”, {filha do “Orixá” do “Kirongozi” x “Cabocla”}, preta azeviche. Devolvendo assim, toda gratidão, por terem sido para mim no ano de 1986, uma das maiores “inspirações”, quando se trata de: “Criar”, “cuidar”, “aprimorar” e ser um verdadeiro “aficionado” por cães e pelo que faz.
Grato; Valdir Alves.

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