domingo, 5 de junho de 2011

Devolvendo as gentilezas

                    
                                        
                                        Ao canino Marly e seus proprietários:

      Este quadro é uma das maiores provas, de que merchandising escrita ou falada sobre nós mesmos, não nos leva a nada, quando não moderamos a "modéstia". E a grande prova disso tudo, é o destaque que eu dou nos meus diversos relatos e histórias sobre o que faço profissionalmente, dando sempre como absolutos, os verdadeiros culpados de toda essa "inspiração" na qual eu descrevo tão sensivelmente os tais; " Cães e proprietários".
     Tanto é que, quase todo esse trabalho que exponho didaticamente, foi escrito etre 2006/2007. Que por sinal, uma das primeiras pessoas de maior bagagem em assuntos práticos sobre adestramento, disse o seguinte: "Você é fantástico, é um filósofo! Deveria tornar esse material, um livro, um site". Porque afinal, esse material todo é a sua filosofia de vida sobre o que você faz, e, sobre o seu feliz convívio ao lado, tanto desse {cão} que acabara de ser adotado, como também, destes {proprietários}  que escolhera um cão como seu melhor amigo!   

     E assim que escutei esse sincero elogio, escrevi na mesma hora, uma frase: "O impressionismo a nós mesmos sobre o que dizem sermos fantástico, só nos causa mau, quando não o recebemos com humildade, ou, quando não o compartilhamos com as muitas outras pessoas também". 
     Então, compartilhar momentos com outras pessoas através deste "blog", será um prazer, já que a palavra compartilhar momentos, não quer dizer necessariamente, ter apenas novos clientes diante desse meio de comunicação, já que até o exato momento do dia 05-06/2011, nehum dos cliente que tenho, foi atravéz deste blog.  
     Portanto, as homenagens, dedicatórias e boas histórias escritas, são exclusivamente para os meus amigos caninos, e é claro, para estes {proprietários} que os adotaram nas melhores das intensôes, aos quais posso julgá-los, como os verdadeiros protagonistas desse meu consequente resultado, de belas reflexões. Ao possibilitar de forma prazerosa, que eu participe não apenas desse vínculo profissional, mas também, de momentos de "alegria e simplecidade," ao interagir com o difente {animal}. Que por sua vez, o que descrevo tão fantasticamente sobre o que faço profissionalmente, não me valeria nada, sem o mérito das minhas maiores inspirações; Os "cães" e seus "proprietários!"                 

      Por isso, quando se trata de belas histórias, cujas idades dos participantes proprietários começam dos cinco anos, e os demais{pais} se tornam tão crianças quanto, que se defina o meu fiel e prazeroso comprmisso ao canino “Marley”, nas inteligentes conclusões e perguntas de sua proprietária (Ana), em relação ao que ela quiz que seu cão aprendesse e o que fosse irrelevante que o mesmo concluisse na fase do treinamento. E, por último, na perceptível visão de seu proprietário (Hélio), em seu particular e cômico comentário sobre o lado trabalhoso e divertido que acontece com todos nós, ao adotarmos um cão. Em que os participantes dessa bela história, não só se divertem com esse “bonito” e “grandalhão” “Leão da Rhodesian”, chamado “Marly,” como também, muito me deixa lisonjeado em fazer parte desse feliz convívio familiar. Cujos esforços de vocês proprietàrios desde que o adotaram, o possibilitou no cotidiano canino e social, tornà-lo feliz não somente em conhecer belos lugares e pessoas, mas tambèm, em ser recepcionado por seus amigos caninos, sem distinção é claro, por ele ser macho, no que é raro na maioria das vezes entre cães machos.
      Desmistificando assim, precipitados e negativos comentàrios do passado sobre o cão "Leão da Rhodesian," cuja beleza e bom caráter comportamental deste cão, provoca hoje em todos que o conhecem, uma enorme vontade de ter um "Leão da Rhodesian"! 

      Agradecendo também ao proprietário do querido “Marly”, em realizar o que de fato me deixa bastante feliz como profissional e pessoa, que foi a engraçada e mais realista “história” sobre o lado engraçado, trabalhoso e o feliz convívio com seu cão, citando é claro, o requisito a minha pessoa {Valdir Alves} para educar o levadão da hora. Sem esquecer também, os cartões de visitas que a sua mulher me presenteou, para que eu viesse a divulgar esta e muitas outras histórias “fantásticas” que vocês acabaram de ler, sobre um “blog”, que fala sobre o que abrange o verdadeiro vínculo entre os cães e seus proprietários. Aonde o tema principal, é expô não somente a mão de obra bruta para educar um cão, mas perceptíveis razôes para compreendê-los. Estabelecendo parâmetros entre a "razão","emoção" e o estado "saudável," "fisíco" e "piscológico" dos cães.
     Trazendo à tona é claro, a "emoção" de ter um cão, sem nos distanciar da "razão" em tê-los convenientemente nos seus devidos e merecedores lares, destes super proprietários de cães, como vocês por exemplo!

Grato, Valdir Alves.



            
                  
                          Aos caninos Nina-Akin-Mel-Lola e seus proprietários:

     Leiam à baixo, a história que fiz um pouco antes da minha quase despedida, no ano de 2006. E que já os descrevi, vocês proprietários, como uns super pais de cães também, e é claro, como excelentes pessoas, mesmo sem os conhecer o bastante.
     E quando falo, "quase despedida", é porque não poderia ser casual mesmo, escrever tão do fundo do meu corãoção, a história; "Era uma vez uma casa muito bonita!". Que por sua vez, o que a torna muito bonita, eram os sentimentos que havia nela, e exclusivamente, o sentimento de justiça, e não apenas sua beleza em formato.

     A vocês proprietários, dedico mais uma bela história que fiz ao conhecê-los, que por sinal não estava perdida, apenas guardada nos pequenos momentos de dispersão de minha vida.
     Trata-se de uma pequena observação que faço sobre os respectivos lares que vizito, ao ser requizitado para resolver as nobres causas de imaturos, engraçados e felizes câizinhos. Em que descrevo com todo o carinho, não apenas os cães "top" de linha, nem seus "ilustres" donos e suas belas casas. Mas sim, como verdadeiros "lares", que avalio sem distinção nenhuma, o lado afetivo, responsável, verdadeiro e justo ao contratar um adestrador e amigo para seus cães. Boas histórias para vocês:

Era uma vez uma casa muito bonita, mas muito bonita mesmo!
Não somente pelas suas formas, mas pelo o que havia dentro dela:
Amor,carinho, compreensão, ternura. Dentre os sentimentos, havia também o sentimento de justiça!
Para que assim, prosseguisse esta casa não somente bonita, mas muito agradável também.
E esta casa, se chama "coração"! Aonde abriga o maior dos sentimento; O "amor"...
Dignos dela, serão aqueles que possam fazer valer este vínculo não somente profissional, mas num estado resposável e feliz aos que se dispôem em fazer em nome do dever profissional. Principalmente, quando a tarefa que me fora incumbida, muito me torna feliz em conhecer os anfitriôes deste modesto lar. Porém, singela na forma em que abraça as causas, que são elas: "Amar", "cuidar" e "proteger" esses sortudos cães Leão da Rhodesian.

Grato,Valdir Alves.

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